03 • julho • 2015
Lari

Quem me segue no Instagram e no Snapchat (@lariduarteoficial e lariduarteof) viu que nessa semana me deu a louca e como aquela cena do filme Divã, eu disse “picota, picota!” hahaha. Isto é, cortei o meu cabelo super curtinho como não tinha desde os meus 18 anos.

Anine Bing Cabelo bob longbob inspiração curto corte Lari Duarte blog dicas Felipe Freitas

New hair

Quando eu cheguei no HBD Spa para cortar com o Felipe Freitas, eu perguntei o que ele sugeria (confio no Fil de olhos fechados, sempre antenadíssimo) e ele falou “vamos de bobzinho? Nada de long bob!“.

O que ele não sabia é que eu já estava namorando há algumas semanas esse corte de cabelo…. E o motivo tem nome e sobrenome: Anine Bing.

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Anine Bing, minha inspiração cabelística

Eu descobri a Anine pelo Instagram da Ale Garattoni. E foi aquela coisa… Das fotos lindas do Instagram dela (@aninebing) até fuxicadas no blog, eu fiquei completamente apaixonada pelo estilo da fashionista.

Para quem não sabe, Anine é dinamarquesa e mora atualmente em Los Angeles com o marido e os dois filhos. Comanda sua marca que leva o próprio nome, mas já trabalhou como modelo, cantora e ainda faz sucesso com seu blog – ufa! Mil e uma funções hahaha. 

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Um cabelo, muitas formas de usar

De cara adorei seu corte de cabelo. É um corte simples, com comprimento nos ombrose e a base reta, mas que ela mostra que é bem democrático. Permite muitas coisas, como babyliss podrinho, jogado para o lado, lisão, coquinho…

E esse quesito “democrático” do corte + o toque moderno do cabelo curto que me deu vontade de cortar mais uma vez. Além disso, Anine como eu tem o formato de rosto quadrado, que fica bem com esse estilo de cabelo.

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Só sei que estou amando o meu new hair. Agora vamos ver se me aventuro mais no babyliss e nos penteados eu mesma, me desejam sorte hahaha.

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02 • julho • 2015
Lari

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Já comentei aqui no blog sobre o meu drama para comprar sapatilhas. Todas me machucam, apertam, fazem bolhas… Por isso há alguns ano que só uso o modelo da Chanele não é só pela marca, juro por todos meus sapatos haha! Era o único modelo que não me machucava.

Vocês leram certo… eu disse ERA porque isso virou passado. No mês passado eu descobri uma alternativa tão lindinha quanto a Chanel, e muito mais em conta (meu bolso agradece!). Estou falando das sapatilhas Estelle.

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Eu descobri a Estelle totalmente por acaso. Eu fui na multimarcas Lutsy (das queridíssimas Renata e Ana Luiza) tentar encontrar um vestido para o casamento que tive em Brasília. Acabou que eu não achei o vestido, mas uma mesa chamou minha atenção. Para uma apaixonada assumida por sapatilhas como não ser hipnotizada por essa imagem abaixo? Hahaha.

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Mesa de sapatilhas Estelle na Lutsy 

Na hora perguntei para Renata que marca era essa que lembrava a Repetto ali no meio da loja. E foi aí que ela me contou a história da Estelle.

É uma marca com um único modelo de sapatilhas criada em 2012 por uma francesa, a Estelle Desmarais, que quando se mudou para o Rio não achava nada que lhe agradava. Assim, ela foi para o Sul do Brasil e desenvolveu uma modelagem própria.

Eu não resisti e trouxe uma azul marinho para casa. Apesar de lembrar visualmente a Repetto e todo seu visual do universo de balé clássico, eu posso garantir que elas não machucam como as “similares francesas”, viu? São bem macias e uma delícia para andar mesmo nos dias mais longos. 

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A melhor parte é que além de confortáveis e lindinhas, elas custam R$280,00. Um preço na minha opinião justíssimo pelo acabamento e o trabalho artesanal.

A Estelle está a venda na Lutsy como eu disse, e no site da marca.  Para quem está em busca de uma sapatilha, eu aconselho experimentar. E de quebra, você ainda vai usar uma marca que não é “batida” por aí. Afinal, exclusividade is the new black! 

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02 • julho • 2015
Lari

Não sei vocês, mas têm dias que eu canso de ser a adulta madura, e fico só adulta.

Eu tenho vontade de acordar tarde, de ver sessão da tarde, de almoçar a vontade. E não é só pra rimar! Tenho vontade de brigar por ciúmes, de reclamar daquela ex baranga, ou simplesmente fazer uma manhã.

A verdade é que ninguém avisa a gente que ser adulto têm suas responsabilidades. É claro que a gente sabe que precisa acordar cedo para batalhar pela nossa carreira, que trabalho pesado resulta em ver TV na hora de dormir e olhe lá, e que uma dieta saudável é fundamental para saúde física, mental e espiritual. Que ciúmes não leva a nada, que passado todo mundo tem, e que na vida quem tem que nos amar acima de tudo somos nós mesmos – e mais ninguém.

Mas, apesar de tudo, de vez em quando eu quero jogar tudo pro alto e me teletransportar para a Lari de 15 anos do primeiro parágrafo, isso é um fato. E não tem nada de errado em assumir isso. Afinal, crescer dá trabalho, e como dá. 

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PS: eu achei essa crônica curtinha que eu escrevi e resolvi postar. Se vocês curtirem, eu volto com elas, viu? hehehe : )

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