04 • dezembro • 2015 Lari Pensata

Crônica: sorte ou destino?

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Quando a gente acha que sabe todas as respostas, vem a vida e muda todas as perguntas.”, Luis Fernando Verissimo. Eu preciso confessar que não conheço muito bem o trabalho de Verissimo, eu só sei que essa é uma das frases mais verdadeiras que conheço.

Muitas vezes acontecem situações tão inesperadas em nossas vidas que ficamos nos questionando o “porquê” – sejam elas positivas ou ruins. Principalmente nas questões dos corações. E quando isso acontece eu sempre fico na dúvida se foi pura sorte (ou azar) que eu tive, ou se de fato é o destino agindo com seu poder determinante em mim.

A verdade é que tudo que aconteceu de importante na minha vida sempre foi por acaso, zero planejado. E justamente se eu puder dar um conselho para alguém que está querendo muito que algo aconteça é: não espere.

Eu sei que é difícil, eu sei que é clichê, mas as coisas só vão acontecer quando de fato você não estiver esperando que nada aconteça. Quando esperamos muito algo acabamos criando altas expectativas. E quanto mais alta ela for, de mais alto é a queda.

Por isso, eu sou a favor da troca dos verbos: esperar por entregar.

Quando decidimos entregar nossas vidas para o universo (ou caminho ou Deus ou chame essa “energia” conforme sua crença) estamos confiando que o tiver que ser será. Se for para conhecermos alguém agora, vamos, se for para não conhecermos, não vamos, vai ver você está precisando se auto-conhecer… Já pensou nisso?

Simplesmente o fato de entregar, e não esperar, nos deixa mais leve para enfrentarmos o presente e vivermos ele ao máximo.

Eu sei que esse texto está parecendo auto-ajuda de jornal de Domingo, mas eu precisava compartilhar essa minha filosfia com vocês.

Quando parei de tentar entender tudo, e parei de esperar as coisas acontecessem, e simplesmente entreguei para ver no que dava, eu perdi 2kgs de consciência. Me vi uma pessoa mais leve, e feliz.

Se foi pura sorte ou destino? Pouco me importa a resposta. Hoje só me preocupo em estar bem vivendo o presente para estar preparada para o que me aguarda.

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09 • novembro • 2015 Lari Comportamento­Pensata

Crônica amiga: Se você quer entender, não quer resolver

Olá meninas, vamos começar a semana com o pé direito? Eu decidi ressuscitar uma tag aqui do blog, a  crônica amiga.

O motivo? Uma pessoa muito querida me enviou esse texto com o intuito dele me fazer tão bem quanto fez para ela. Assim, eu decidi fazer uma corrente do bem, e repassar ele para vocês também. Espero que gostem!

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Só tem um problema, o site dele não permite que “copie e cole” aqui (poxa ia dar os créditos…hahaha). Então, é só clicar nesse link aqui para ler. Depois me contem o que acharam, ok? : )

23 • julho • 2015 Lari Cinema­Pensata

Divertidamente, muito mais que um filme infantil

Vocês sabem como AMO cinema, isso não é nenhuma novidade. Quem me acompanha nas mídias sociais que não são poucas (Instagram, Snapchat, Twitter…) vê que no mínimo 1x por semana assisto algum filme.

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E nos últimos dias eu assisti um que chamou muito minha atenção. Um filme considerado “bobinho”, para crianças, mas que mexeu comigo e me fez refletir – o que eu não esperava mesmo. Estou falando de Divertidamente.

Adoro filmes infantis, eu assisto todos. Mas, Divertidamente entra naquela categoria de filme que eu me arrisco a dizer que é muito mais para adultos do que para crianças.

As emoções no comando de Riley

As emoções no comando de Riley

Divertidamente conta a história de Riley desde o seu nascimento até os 11 anos, o começo da adolescência. Mas, a história é contada pela visão do cérebro da menina. Isto é, pelas suas emoções, que são a Alegria, Tristeza, Medo, Raiva e Nojinho. São elas que comandam Riley, e a Alegria é uma espécie de líder dessas emoções – e claro, ela não entende bem a função da tristeza por ali.

Durante o filme uma série de coisas acontece, que faz com que as emoções trabalhem juntas. Mas, como não vou ser spoiler, só vou dizer o meu ponto de vista hehehe. Eu achei muito legal a reflexão sobre a importância que cada emoção têm em nossas vidas, inclusive a tristeza.

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Eu, Larissa, tenho tipo um bloqueio com tristeza. Vire e mexe penso “não tenho o direito de ficar triste por isso porque têm pessoas com problemas realmente sérios no mundo, tipo sem comida e etc“. E o que eu achei legal no filme é justamente o oposto desse pensamento, as vezes precisamos de um momento de tristeza, choro, para superar rapidinho algo (que não importa o grau de importância) e voltarmos a sermos alegres.

Toda emoção tem a sua função no seu momento certo. Elas precisam viver em harmonia e equilíbrio, porque quando uma delas se sobressai mais, inclusive a alegria, pode desencadear uma série de problemas. Equilíbrio é a chave do sucesso em tudo – olha ele aí de novo dando pinta nos meus textos….

Bom, diferente de Minions, Divertidamente não está em cartaz em taaantas sessões por aí, mas recomendo muito o esforço para assistir, viu? Depois me contem o que acharam 😉