17 • janeiro • 2017 Lari Dica de restaurante­Gastronômia­Viagem

Os lugares que estão bombando no verão carioca

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Por mais que seja verão o ano inteiro no Rio, não tem jeito, é nesse período, das festas de fim de ano até o Carnaval, que a cidade bomba pra valeeer. Praias lotadas, ruas movimentadas, aeroportos cheios, é um mix dos próprios cariocas com turistas de todo o mundo aproveitando ao máximo os dias massarico quentes na cidade maravilhosa.

E como todo bom “alto verão”, a cada ano têm os lugares que estão bombando, aqueles endereços hipados que todo mundo está indo, sabe? Assim, eu fiz uma seleção dos hotspots cariocas do verão 2017. Confiram!

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  • La Nave Bistrô: inaugurado ano passado, o La Nave é um restô/bar que fica no Planetário da Gávea. É o endereço certo pra tomar uma sangria e comer várias entradinhas com os amigos, sabe? A cozinha é contemporânea, e o ambiente super intimista – eu fui justamente com uma amiga e ficamos até tarde jogando conversa fora. A novidade é que agora aos domingos rola um show de jazz, estou louca pra conferir.  | www.lanave.com.b 
  • Pici Trattoria: se eu fosse um tipo de cozinha, seria a italiana cooom certeeeza, mamma mia! Eu amo um bom prato de massa, então quando o Pici Trattoria inaugurou ano passado, eu corri pra conhecer. Ele fica em Ipanema e é uma delícia, sem contar que achei o preço bem ok comparado a outros italianos na cidade. | www.picitrattoria.net
  •  B de Burger:é o hambúrguer da cidade que você respeita“, na minha opinião de gulosa, e comedora de hambúrgueres desde criança, atualmente é o melhor do Rio. E o espaço tem feito tanto sucesso, que já abriu uma filial na Barra – além do de Ipanema. Eu recomendo o “B de bárbaro” com milkshake de Oreo, yummy! | www.bdeburger.com.br

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  • Riba Botecagem: é o barzinho pra ver e ser visto no Rio. Na minha opinião, o Riba virou o sucesso que é hoje em dia porque nós cariocas éramos carentes de um bar com petiscos bons, bebidas boas, e bom atendimento. Um bar mais arrumadinho, sabe? Hoje em dia, além da primeira unidade na rua Dias Ferreira no Leblon, têm quiosques na praia do Leblon e Barra. Uma dica? Não deixe de pedir a burrata de lá pra dividir com os amigos, uma delícia! | www.ribabotecagem.com.br
  • Casa Graviola: mais uma opção saudável na Barra. Recém inaugurado (tem 1 mês só), o restaurante só trabalha com alimentos orgânicos e dá preferência a produtores locais. Eu fiquei feliz com a novidade porque como o Org (outro restô do mesmo estilo na barra que já falei aqui) tem ficado muito cheio, bom saber que agora tem outra opção, e deliciosa também. Vale a pena se programar para ir! | @casagraviola no Instagram

 

PS: tem dica de outro lugar imperdível no Rio? Compartilha comigo nos comentários : )

12 • janeiro • 2017 Lari Viagem

Onde se hospedar em Paris? Buddha Bar Hotel

Na minha opinião, Paris é aquele destino que não existe “alta temporada”. Não importa a época do ano, sempre têm muitos brasileiros viajando pra cidade-luz – como apaixonada declarada por Parrí, acho justíssimo visitar qualquer mês haha. A cidade é linda e em cada estação do ano ela tem um charme especial…

Para quem está de viagem marcada pra lá, hoje eu vou dar uma dica de hospedagem 5 estrelas, o Buddha Bar Hotel. 

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Eu fiquei hospedada nele (pela segunda vez) na minha última ida à cidade, e novamente a experiência foi incrível. Sem dúvidas, é um hotel que eu recomendo de olhos fechados.

Primeiramente porque a localização é per-fei-ta. Eu já fiquei hospedada, já morei, em diferentes bairros, mas para quem está de turismo por lá não existe outra área melhor. O hotel fica no coração do 8éme, em uma pequena rua transversal a rue Faubourg Saint-Honoré – uma das ruas mais chics de Paris. Ou seja, entre os vizinhos do hotel estão Chanel, Saint-Laurent, a primeira Hermès do mundo etc. Nada mal, né? Hahaha.

Mas, não apenas pela vizinhança chique no urrrtimo a localização é boa, principalmente porque é um ponto bem central da cidade. Nada fica muito longe para ir de lá (nossos $$$Temerzinhos agradecem), e você também está perto de várias atrações para ir a pé ou de bicicleta.

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Segundamente, brincadeirinha, segundo ponto: o atendimento é exatamente o que se espera de um hotel 5 estrelas. Os funcionários são super atenciosos, desde o porteiro , recepção, camareira… Todos foram sempre extremamente gentis e dispostos a me ajudar.

E olha que testei pra valeeer, hein? Hahaha. Eu recebi encomenda, pedi coisas de madrugada, fiquei 1 dia inteiro no estilo walking dead de ressaca (do casamento que fui madrinha) sobrevivendo a base de  roomservice… E todas as vezes fui prontamente atendida, com direito a algumas pessoas falando português <3

Sem contar a parte do conforto, que também se espera de um 5 estrelas. Tudo do mais moderno e luxuoso, cama que te dá vontade de hibernar, banheiro amplo (que não gera discordia no casal), amenidades etc. Vou contar mais um detalhe excêntrico e tecnológico do quarto, o vaso sanitário tem sistema de aquecimento e outras coisitchas a mais hahahaha, nunca tinha visto!

Além disso, o Hotel têm o spa B/Attitude Studio (que eu fiquei arrasada de não ter tido tempo mais uma vez de experimentar, babei no menu de tratamento rs), o restaurante Le Vraymonde, e o bar Qu4tre.

Separamos uma noite para jantar no Le Vraymonde. Eu já tinha almoçado lá e adorado o menu, mas queria a experiência de jantar na área externa no clima sexy/romantic uiiii com luzes baixas.  Para os gourmants que curtem comida asiática, eu recomendo muito – ele é aberto para o público também. Ah! E antes, eu recomendo tomar um drink no bar Q4tre, que foi eleito  o melhor bar de hotéis da Europa segundo a Condé Nast.

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Para quem curte um hotel moderno e ficou interessada, as diárias no Buddha Bar começam a partir de 380 euros, mas eles sempre têm promoções, vale a pena ficar de olho e checar – hoje mesmo dei uma olhada e tinha quarto por 350…

Bom, vocês perceberam como amei a hospedagem, né? Não por acaso o slogan do hotel é: “not just another hotel, it’s a lifestyle“.

03 • novembro • 2016 Lari Viagem

Quais vinícolas visitar em Bordeaux?

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Vamos voltar a falar da minha última viagem? Como eu disse no post sobre Saint-Émilion (pra ler clique aqui), se tem uma bebida que me representa é o vinho. Eu sempre disse que gostava “dos de Bordeaux”, o que eu não sabia é que falar isso é o mesmo que “vou viajar pro Brasil”. Muito amplo, sabe?

Praticamente, os vinhos de Bordeaux são divididos entre os produzidos na margem direita, e os na margem esquerda (enólogos não me matem com meu resumão geográfico, ok? hahaha). E isso interfere bastante no resultado final. 

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Como já comentei, primeiro eu fiquei hospedada em Saint-Émilion (que fica na margem direita), e depois na cidade de Bordeaux que é bem central. Ou seja, se você quer ficar sediado em um hotel com localização estratégica para visitar vinícolas de toda região, Bordeuax é a melhor opção. Maaas, eu achei St.Émilion mil vezes mais charmoso, viu?

Bom, esse momento aula de Geografia  é porque hoje eu vou falar sobre as vinícolas que visitei durante a viagem.

Afinal, o que é visitar uma vinícola? Normalmente a visita dura em média 1 hora. Durante esse tempo um enólogo do château apresenta tooodo o processo de produção (desde a escolha da uva até o vinho virar garrafa), e no final traz seus principais vinhos para degustação. Eles servem 1 taça de cada, mas achei em geral todos muito “generosos”, quando meu namorado pedia um bis enchiam a taça sem nem titubear hahaha.

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Esporte da viagem: levantamento de taça

Não sei como é em outras regiões, mas em Bordeaux é necessário agendar as visitas com antecedência, e a maioria não cobra nada por isso. Outra coisa legal, é que normalmente os tours são privados ou de grupos bem pequenos, o que te dá a sensação de estar visitando a casa de um amigo que produz vinho. Não que eu tenha amigo dono de vinícola hahaha (quem sabe um dia?), mas foi o que me passou.

Bom, mas vamos as vinícolas? Acho que a melhor forma de explicar, para quem planeja fazer essa viagem, é organizar pelas margens. Atenção wine lovers de plantão, são elas:

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  • Château Montrose: localizado na cidade de Saint-Estèphe, o primeiro que visitei. Ou seja, de cara eu conheci uma vinícola que investe bastante em tecnologia, e é uma das mais elegantes – se é que podemos classificar assim rs. Linda demais (todas as vinícolas são lindas, então vou classificar em apenas linda ou muito linda rs) e ótimos vinhos. Inclusive um deles tem nota 100 de Robert Parker.
  • Château Pontet-Canet: localizado na cidade de Pauillac, ele também utiliza bastante de tecnologia em sua produção. Diferencial: fermentação dividida entre barrica e concreto, com elementos que simulam o solo da região. Chic!

Obs: a enóloga-guia falava português.

  • Château Giscours: localizado em Margaux, é uma vinícola menos moderna, mas não menos interessante. Eu achei a visita super divertida, a guia era palhacitcha rs, e os vinhos deliciosos.
  • Château Latour-Martilac: localizado em Martilac, muito pertinho da cidade de Bordeaux, é um château mais simples, mas uma visita muito agradável também. A guia foi muito simpática e gentil. Lá é possível comprar vinhos excelentes com preços ótimos. Ah! E um salve para os vinhos brancos, os melhores.

Obs: têm 3 tipos de visitas. A que escolhemos foi 7por pessoa.

  • Château Smith Haut-Lafitte: esse château é imperdível! Localizado também em Martilac, é nele que fica o Les Sources de Caudalié, hotel & spa da famosa marca de beleza. O hotel tem um restaurante delicioso, onde eu tive um dos almoços mais agradáveis da viagem com vista para os vinhedos. Depois, eu visitei a vinícola e foi ótimo também. Ou seja, recomendo super esse passeio-dobradinha.

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  • Château Pavie: localizado em St. Émilion, foi um dos châteaux mais bonitos e imponentes que visitei. Seus vinhos de alta qualidade refletem na decoração, arquitetura, paisagismo… Dá pra ver que tudo foi planejado nos mínimos detalhes, sabe? Uma visita imperdível e inesquecível.

Obs: tem custo (acho que 20 euros, se não me engano, por pessoa), e a enóloga-guia era brasileira.

  • Château Troplong Mondot: localizado também em St. Émilion, é uma vinícola que têm hotel e restaurante (com 1 estrela Michelin). Uma pena que não consegui almoçar lá, pois a vista é deslumbrante e as mesas ficam numa varanda super charmosa ao ar livre. Vale se programar para ir ao restô e fazer a visita no mesmo dia.

Obs: tem custo (acho que 10 euros, se não me engano, por pessoa).

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  • Château Suduiraut: infelizmente por falta de tempo só consegui visitar esse château de vinho de sobremesa. Mas, valeu super a ida! O lugar é lindo, e os vinhos deliciosos.

 

Como vocês perceberam, eu gostei muito das visitas que fiz. Eu realmente indico todas as vinícolas, podem agendar sem preocupação. Cada uma com sua história e peculiaridade me cativou. Para quem está planejando a viagem, eu recomendo visitar até 3 por dia no máááximo. É a quantidade ideal para aproveitar com calma cada château. E claro, tomar muito vinho. Santé!