23 • janeiro • 2017 Lari Sem categoria

Guia de viagem: cidade de Bordeaux

Vamos continuar a falar da minha viagem à Bordeaux? Depois do post sobre St. Émilion e sobre as vinícolas que visitei, hoje eu vou falar sobre a cidade de Bordeaux, capital da região.

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Como já comentei, na segunda parte da viagem eu fiquei hospedada em Bordeaux mesmo, capital. Apesar de não ter o mesmo charme de ficar em um chateau (como eu fiquei em Émilion), é de longe mais estratégico. A cidade é central pra visitar toda a região de Bordeaux, nada fica muito longe, sabe?

Eu me hospedei no Hotel Mercure Bordeaux Cité Mondiale Centre Ville, e recomendo. O custo X benefício é excelente. O hotel é muito bem localizado e moderno. Sem contar que tem uma vista linda pro rio Girone no espaço de café da manhã. Mas, atenção! Existem vááários hotéis da rede na cidade, eu e meu namorado erramos TRÊS vezes antes de achar ele hahaha, então coloca o nome todo certinho no GPS, ok?

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Mas, afinal, o que fazer na cidade? Segundo a revista Wine Spectator, o prefeito atual resolveu investir pra valer no turismo. Isto é, quer que Bordeaux seja tão visitada quanto Paris. Meta alta? Não, imagiiiina haha. Para isso, ele está “modernizando”, e o que eu notei foi uma cidade cosmopolita com transporte público ótimo (usei tipo um metro a céu aberto).

Mesmo assim, eu acho que 1 dia é mais do que suficiente pra cidade. Sugiro visitar a Place de La bourse, que é o cartão postal, e passear na beira do Rio que é tipo um calçadão. Mas, o passeio  im-per-dí-vel  mesmo é a La Cité Du Vin.

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A  Cité Du Vin é tipo a Disney para os Wine Lovers. Inaugurada no ano passado, o espaço tem um museu super interativo e dinâmico focado em vinho, claro, onde conta a história desde sua criação até os dias de hoje – e sua presença no mundo atualmente. Tudo de uma forma muito criativa e interessante, você nem sente a hora passar. O formato de decanter da construção tem tudo a ver com a proposta moderna do local.

Além disso, têm loja com acessórios e livros no tema, e restaurantes. Como diz a própria Cité “é uma viagem de descoberta profunda a cultura do vinho“, acho que foi a melhor definição sobre o local, e por isso eu recomendo a visita até para quem não bebe vinho.

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No quesito gastronomia – ou gulosísse – foi em Bordeaux um dos melhores jantares da viagem, no restaurante La Tupina. O que eu mais gostei é que o restô tem um clima super informal, descontraído, lembra um açougue, sabe? A garçonete portuguesa quando percebeu que éramos brasileiros começou a tratar a gente o dobro melhor hahaha Muito querida! A especialidade é cozinha do sudoeste francês, com muitos frios, linguiças, e carnes, regados a um bom vinho de Bordeaux, claro.

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Bom, como eu disse, eu AMEI minha viagem toda em Bordeaux. É o roteiro que todo mundo que ama vinho deve fazer 1x na vida. Eu espero retornar um dia (de preferência em breve haha) pra visitar ainda mais vinícolas.

04 • outubro • 2016 Lari Viagem

Tudo sobre Saint-Émilion

Foi dada a largada aos posts gigantes de viagem! Se preparem, porque 1 mês rodando na França = muitas coisas pra compartilhar por aqui rs.

Bom, a ideia dessa mini-temporada francesa surgiu porque eu era madrinha de casamento de uma grande amiga em Paris. Já que eu ia ter que fazer esse “esforço” (#SQN haha) de ir pra Parrí, por que não aproveitar a ocasião pra conhecer lugares novos? (culpa daquele danado do bichinho do wanderlust que me picou…)

Assim, como eu e meu namorado somos fãs de vinho, a gente decidiu ir para Bordeaux. Eu sempre tive uma queda pelos vinhos da região, mas não tinha ideia que era tão grande e complexa. Sem dúvidas, eu recomendo no mínimo 1 semana para quem quer fazer essa viagem também.

Na primeira parte da viagem decidimos nos hospedar em Saint-Émilion. Eu me encantei tanto pela cidade que decidi começar a falar de lá primeiro.

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Localizada há 40 kms em média do centro de Bordeaux (1hora de carro em uma ótima estrada), Saint-Émilion é uma charmosa cidadezinha que fica na margem direita da região. Além de ser parada obrigatória pra quem quer fazer uma wine-trip (são mais de 900 vinícolas por lá, incluindo 15 premiers grands crus), ela tem uma enorme riqueza cultural e muita história, não a toa é patrimônio mundial da Unesco.

Assim, eu sugiro separar um dia inteiro do roteiro para visitar com calma a cidade, andar e se perder entre suas ruelas de pedras no estilo medieval, e visitar monumentos e vestígios desde a época romana – sim, há relatos que os romanos já plantavam uvas no local.

Eu listei o que, na minha opinião, quem for à cidade não pode deixar de conferir/fazer. Vejam só:

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  • Visitar a igreja monolítica: ela é totalmente esculpida em uma só rocha. A visita só é possível ser feita com um guia. Minha dica é entrar em contato com o departamento de turismo da cidade e se informar dos horários das visitas guiadas. (www.saint-emilion-tourisme.com)
  • Subir a “Tour du Château du Roi”: apesar dos vários degraus e das escadinhas apertadas, a vista é espetacular. Vale todo o esforço e rende muitas fotos lindas.
  • Visitar a Maison du Vin: além de ser um bom local para comprar vinho, existem opções de aulas e degustações. Vale se informar no local.
  • Passeio de tuk tuk: a gente acabou não fazendo por falta de planejamento, mas eu queria muuuito hahaha. Sabe aqueles carrinhos indianos? Os próprios na versão française! Uma forma super original de fazer city tour. O passeio dura 50 minutos.
  • Visitar as galerias subterrâneas: são mais de 200kms de galerias que abrigam diversas adegas e muita história. Mais uma visita que é obrigatória a presença de um guia. Só se informar no departamento de turismo que existem vários horários de visitas em inglês e francês.
  • Ver o Palais Cardinal: as ruínas da fachada mostram a beleza do palácio construído no séc XII #VéioPraXuxu. É possível reparar elementos romanos na construção, e sua parede faz parte da muralha que cerca a cidade.
  • Provar o verdadeiro Macaron: diferente dos macarons da Ladurée que estamos acostumados, esses parecem mais biscoitos e são típicos da cidade. Uma delícia! Ótimo souvenir pra levar de presente.
  • Sentar na praça principal e tomar uma taça de vinho: como escapar desse delicioso clichê? hehehe.

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Sobre onde se hospedar, eu fiquei no Château Grand Barrail, que está há 2kms do centro de Saint-Émilion. Além da localização maravilhosa e o serviço impecável, eu amei a experiência de me hospedar em um château. Parecia cena de filme, sabe? Achei super romântico <3

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E pra fechar o post com chave de ouro, não poderia deixar de falar sobre gastronomia. Afinal, o que não falta em St. Émilion são excelentes restaurantes.

Inclusive foi na cidade que eu tive um dos melhores jantares da temporada, no restaurante (de 1 estrela Michelin) do Hotel Hostellerie de Plaisance – um dos mais tradicionais e sofisticados da cidade. A gente optou pelo menu degustação e foi espetacular. Releituras criativas, mas acima de tudo deliciosas. Vale a ida! Outra opção é o restaurante La Terre. Charmoso, bem típico, sugiro um almoço ou jantar romântico nas mesas da varanda.

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Meu companheiro de viagem <3

Bom pessoal, esse é o meu guia de viagem de Saint Émilion. No próximo post vou falar sobre as vinícolas que visitei enquanto fiquei hospedada na cidade. Aos wine lovers de plantão, eu espero que as dicas sejam bastante úteis. Afinal, essa é uma viagem que todo amante de vinho deve fazer 1x na vida.

07 • junho • 2016 Lari Viagem

Guia de viagem: Chapada dos Guimarães

Quem é vivo sempre aparece! E como estou mais viva do que nunca, cá estou eu de novo nesse bloguitcho. Quem me acompanha nas redes sociais (@lariduarteoficial no Instagram e lariduarteof no Snapchat) sabe o motivo do meu sumiço: viagens.

Eu, praticamente, emendei uma press trip pra Suíça com Chapada dos Guimarães, seguido de um curso em SP. Extremos incríveis! E como boa wanderlust… foi um “sumiço” mais que bem vindo. Não canso de dizer como viajar renova as energias e nossa visão sobre tudo.

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Foto que tirei do iphone na Chapada dos Guimarães. Paraíso na terra!

Bom, pra reabrir a temporada de posts, hoje eu vou falar sobre a minha viagem pra Chapada dos Guimarães. Antes de mais nada, eu preciso dizer que essa viagem aguçou minha vontade de explorar ainda mais o Brasil. Impressionante como o nosso país têm lugares espetaculares, liiindos, mas que infelizmente não são muito conhecidos. Devemos valorizar e incentivar o turismo nacional. Mas, chega de blá-blá-blá, vamos a primeira parte das dicas de lá!

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Sobre a Chapada

Pra quem não sabe, a Chapada dos Guimarães fica no estado de Mato Grosso, há 1h em média de carro da capital Cuiabá. Pra chegar lá, eu peguei um vôo Rio-Campinas-Cuiabá, mas tem opções de vôos direto também.

O forte da cidade é o ecoturismo. Pra quem ama estar em contato com a natureza, fazer trilhas, caminhadas, mergulho em cachoeiras, cavernas etc, lá é a Disney, têm tudo isso! E a sensação de paz que se tem nos passeios é algo inexplicável. Mas, se você faz a linha “urban-girl”, melhor continuar indo pra NY, ok? Pula o post hahaha.

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Casa da Quineira vista de cima

Onde se hospedar?

Sou suspeita pra falar do local pra se hospedar porque a ideia da viagem surgiu a partir do hotel, acreditam? Meu pai viajou pra Chapada no feriado anterior e ficou no Hotel Casa da Quineira. Ele amou taaanto a Quineira, o tratamento, os donos, o lugar, que colocou uma super pilha pra eu ir.

Existem muitas opções de pousadas por lá, claro. Mas, hotel-boutique é apenas a Casa da Quineira. Mas, isso é papo para um próximo post… Hehehe.

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O que fazer?

Como eu disse, a Chapada é lugar de ecoturismo. Todos os passeios que eu fiz era obrigatório estar junto de um guia credenciado. Assim, eu contratei a NaTour Turismo para organizar tudo.

Eu indico de olhos fechados! Além de ser super gente boa, o Fernando (dono da NaTour) conseguia adaptar os passeios na hora conforme os imprevistos como chuva e pessoas na cachoeira haha. Acho essa capacidade de adaptação fundamental, sabe? Não tem como seguir a risca o cronograma quando se trata de natureza. Fora que ele conhece tudo de lá, nos passou bastante informação e conteúdo. O tel dele é  (065) 9660-0681 .

Agora seguem os passeios que eu fiz:

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  • Trilha das Cachoeiras

De grau moderado, ao longo da caminhada (que dá em média 6kms) paramos em 5 cachoeiras. Foi o meu passeio favorito! Cada cachu mais linda que a outra e que mais parecia uma piscina. Inclusive uma se chama jacuzzi hahaha.

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  • Cidade das pedras e Vale do Rio Claro

São as trilhas que nos levam a ver de fato as famosas chapadas, igualzinho nas pesquisas no Google haha – e era o que eu mais queria ver ao vivo. Além do visual surpreendente, no final ainda paramos em uma cachoeira pra refrescar e descansar. Delícia!

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  • Caminho dos Bororós

Esse é o passeio mais “meio do mato”. É necessário inclusive colocar uma proteção nas pernas contra cobras, ui! Mas, não é nada radical e todo mundo pode fazer. Visitamos cavernas e grutas, inclusive a famosa Gruta da Lagoa Azul, que é lindíssima.

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Bom pessoal, essa foi a primeira parte das dicas. Essa semana eu posto sobre como se vestir nas trilhas, onde comer e as dicas gerais. Combinado? Mas, como vocês perceberam, eu amei demais a viagem. Acho que em tempos tão corrido e estressante, é fundamental de vez em quando nos desligarmos em lugares assim, nem que seja um feriado. Podem testar, tenho certeza que vão adorar os resultados.