05 • janeiro • 2015 Lari Viagem

Guia de viagem: Fernando de Noronha (Parte I)

Feliz 2015 meninas! Como vocês foram de virada de ano? Como contei no último posteu passei o revéillon em Fernando de Noronha.

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Posso definir a ilha com apenas uma palavras: mágica. Sim, Noronha é essa coca-cola toda mesmo que falam, e eu ainda digo que é uma coca geladinha com limão rs.

Depois de 1 semana na ilha e de me apaixonar  com-ple-ta-men-te  por ela, o primeiro post do ano, para abrir o blog em 2015 com chave de ouro, não poderia ser outro, né? Um guia de viagem sobre Fernando de Noronha.

Foto que representa o que mais fiz na semana em Noronha rs

Foto que representa o que mais fiz na semana em Noronha rs

Quando comecei a programar a viagem em junho (bem cedo, eu sei!), eu senti muita falta de informações sobre lá em blogs. O que me ajudou foi o guia sobre a ilha que eu fiz com o Atelier Bon Voyagenova empreitada da blogger Coisas que Amamos (para ler o post dela explicando o serviço é só clicar aqui).

Assim, eu espero – de coração – que meu roteiro ajude quem está planejando visitar Noronha : ) . Afinal, acredito que todo mundo pelo menos 1x na vida tem que se dar o luxo de passar uns diazinhos de dolce far niente na ilha.

Status: completamente apaixonada por Noronha

Status: completamente apaixonada por Noronha

Vamos as dicas!

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Informações gerais importantes

– Pagar taxa de permanência na ilha (TPA): é necessário pagar uma taxa para visitar a ilhaO valor varia conforme a quantidade de dias que o visitante for ficar, no meu caso paguei R$281,00.

A boa notícia é que você pode pagar antes de viajar através do site oficial de Noronha, é só clicar aqui que cai direto. Depois, só levar o comprovante para apresentar no aeroporto.

– Fazer o cartão de visitação das praias: a entrada em algumas praias da ilha, como Sancho e Sueste, é controlada. É necessário apresentar um cartão para ter o acesso liberado.

Esse cartão é feito em Noronha e o valor é de R$81,00 para 10 dias corridos. Recomendo fazer isso assim que chegar na ilha, o local fica atrás do restaurante Flamboyant na Vila dos Remédios.

– Agendar a Praia do Atalaia: esse foi um furo que dei na viagem! Eu não sabia que a visitação da praia do Atalaia (famosa pelas piscinas naturais) também é controlada, e que é necessário agendar porque tem número limitado de visitantes (24 pessoas por dia).

Resultado? Quando fui agendar já estava lotada. Só depois de quase fazer show pedindo para acharem uma vaguinha rs, que eu descobri que é possível agendar antes mesmo de viajar.

Minha dica é ligar para a pousada que você for ficar hospedado antes e solicitar ajuda para agendar. Eles vão indicar guias locais que fazem esse agendamento prévio pelo valor em média de R$80,00 (mesmo a visitação em si sendo de graça, esse é o fee do serviço).

– Esqueça 3G/Internet/Wifi afins: viaje consciente que você vai ser obrigado a se desconectar do mundo virtual em Noronha. 3g não pega em nenhum momento e sinal de celular em poucos lugares (no meu caso que sou Vivo em nenhum lugar). O wifi das pousadas/restôs também não funciona muito bem, aquela coisa, horário de pico (19h à 22h) não pega. Ou seja, encare como um rehab rs.

– Abuse das rasteiras e sandálias sem salto: a maior parte de Noronha não é asfaltada, e sim de terra e pisos irregulares. Andar de salto alto é missão impossível rs. No máximo espadrilles e anabelas.

Assim que eu fiquei: pé na areia all day

Assim que eu fiquei: pé na areia all day

Como se locomover na ilha?

– Aluguel de buggy: esse é o meio de transporte mais comum. Como só há uma rodovia asfaltada em Noronha, o buggy é a melhor opção para passar em estradas de terra cheias de pedras.

Existem inúmeras locadoras de buggys pela cidade, eu aluguei na Fragata, e a diária do modelo selvagem (sim, é o nome de uma categoria de buggy kkkk) foi R$600,00 por estar em alta temporada.

– Taxi: existem inúmeros pela ilha! Só para sair das praias que as vezes é difícil encontrar um. É uma ótima opção quando todos da viagem forem beber (tem lei seca na ilha), mas as corridas têm preços fixos conforme o bairro de origem-destino, e achei um pouco salgado (por exemplo só aero-pousada foi R$50).

– Ônibus: como só tem uma rodovia, e ela corta a ilha no meio, o busão fica fazendo ida-e-volta na BR. Nos últimos dois dias que estávamos sem buggy foi uma boa opção. Custa R$3,00 (o que é uma baita ajuda no orçamento fim de viagem kkkk) e funciona muito bem.

Praias: Cacimba do Padre, Sueste e Conceição respectivamente.

Praias: Cacimba do Padre, Sueste e Conceição respectivamente.

Quais praias ir?

– Praia do Cachorro: dizem que é uma praia delícia para tomar banho, mas durante o verão ela fica sem faixa de areia. Ou seja, só posso confirmar quando eu for em outra época, ok? rs. Mas, vale a pena ir lá para conhecer, ver o visual e tirar fotos.

– Praia do Meio: localizada entre a praia do Cachorro e da Conceição (por isso o nome), ela é uma ótima opção. No verão só tem faixa de areia quando a maré está baixa, vale conferir o horário das marés antes de viajar ou perguntar, todos em Noronha sabem.

Com meu fotinho na praia de Conceição

Com meu fotinho na praia de Conceição

– Praia da Conceição: é a praia onde se encontra a famosa pedra do pico, um dos símbolos de Noronha. É de fácil acesso, e tem águas tranquilas para tomar banho.

Eu recomendo alugar cadeira e guarda-sol no Bar Duda Rei, achei o mais “fancy” da ilha, estilo beach club. Ou seja, é uma boa opção quando cansar do mundo roots e quiser uma cadeira confortável, comidinhas e bebidas rs. Vale a pena curtir a praia lá.

Na praia do Sueste na pedra para ver os filhotes #medrosa rs

Vendo os filhotes de tubarão da pedra no Sueste #medrosa rs

– Praia do Sueste: uma das minhas favoritas da ilha! Por ser uma baía, as águas são muuuito calmas, água quentinha, e é um berçário da fauna marinha da ilhaNela é possível ver e nadar com tubarões, raias, tartarugas, adultos, filhotes, e muito mais.

Para nadar no canto direito da praia (a parte mais rica de animais) é necessário usar coletes salva-vidas porque é proibido pisar nos corais. Mas, não é problema, na própria praia é possível alugar o combo de mergulho (snorkel, máscara, pés de pato e colete) por R$15,00.

Além disso, têm muitos guias locais a disposição de nadarem com você até os “pontos certos” da bicharada por R$40,00. Como eu sou medrosa, não quis ir nadar nessa canto, mas mesmo eu no meio da praia, na parte “menos rica” vi filhotinhos de tubarão e tartaruga. Experiência inesquecível!

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– Praia do Sancho: é considerada uma das 10 praias mais bonitas do mundo, não a toa! É liiinda mesmo. Sancho também é uma baía como Sueste, de águas cristalinas, mas seu acesso é mais difícil.

É necessário descer por duas escadas, tipo de bombeiro, que fica em uma fenda estreita entre duas rochas. Quem é mais cheinho ou claustrofóbico não consegue passar, viu? Todo mundo avisa.

Depois, mais escada normal de pedra, e finalmente quando você chega na praia esquece de tudo, o resultado é compensador. Ah! Antes de descer não deixe de conferir os mirantes, são os cartões postais de Noronha e de tirar o fôlego.

Torrando no Sancho

Torrando no Sancho

– Praia Cacimba do Padre: se você é surfista, essa é sua praia literalmente. De novembro à março ela é perfeita para o esporte e surfistas de todo o mundo viajam para Noronha. Inclusive, ela faz parte do roteiro mundial de surf.

– Praia do Leão: uma praia menos frequentada por estar na parte do parque nacional da ilha, mas belíssima também. Vale a visita.

Durante o passeio de barco, good vibes!

Durante o passeio de barco, good vibes!

O que fazer na ilha?

– Passeio de barco privado: sem dúvidas esse foi o programa que mais gostei de fazer na ilha. Alugamos por 2 dias uma lancha com a Glória da empresa Fish Hunter e recomendo de olhos fechados.

No primeiro passeio conhecemos as praias “de dentro” (o outro lado da ilha, as praias “de fora”, não é recomendável porque é mar aberto e bate muito as ondas), e no segundo dia só curtimos mesmo. Isto é, escolhemos os pontos que queríamos mergulhar, ficamos bebericando al mare, no maior estilo locais de Angra rs. Durante os 2 passeios tivemos a incrível experiêncial de ver golfinhos. Eles ficavam “escoltando” o barco.

No preço do aluguel de 4 horas da lancha está incluído um almoço com peixe grelhado e sashimis feitos na hora. E quando digo na hora, é na hora mesmo, eles pescam durante o passeio e preparam ali na nossa frente, super fresco e delicioso! E também um cooler com água, refrigerantes, sucos e cervejas.

Sem contar que tanto o marinheiro como seu auxiliar eram mega atenciosos e tiraram todas nossas dúvidas, curiosidades, sobre a ilha. Um passeio $$$$, mas que vale cada real, não deixem de fazer meeesmo.

Momentos do passeio de barco

Momentos do passeio de barco

– Trilha do Capim Açu: é a mais longa, mais demorada, mais cansativa e mais linda trilha da illhaisso dita pelos próprios moradores de Noronha.

Como não conseguimos ir na praia do Atalaia, fechamos essa trilha no impulso com uma guia que estava no posto de marcação. Resultado? 8 horas de caminhada, 10kms percorridos, entre praias, pedras, cavernas, mata virgem, e a oportunidade de ver ao vivo as paisagens mais bonitas de Noronha.

No início achei meio loucura fazer uma trilha que começava 6 horas da manhã em pleno dia 31, mas no fim das contas achei mágico.

Para quem acredita em energia, justamente na passagem de um ano ter a oportunidade de ter contato com uma atmosfera tão positiva (como sol, rocha, mar, caverna, terra etc) foi especial – e nada que redbull não me despertasse na festa de revéillon rs.

A gente fez a trilha com a guia Fátima (uma senhora maluca beleza do bem, e com uma disposição impressionante), infelizmente perdi o papel que anotei o cel dela, mas é só perguntar em sua pousada. Todo mundo se conhece em Noronha.

Momentos da trilha

Momentos da trilha

Bom meninas, essa foi a primeira parte do guia de viagem Fernando de Noronha. Acho que já está grande o suficiente, né? Rs. Amanhã eu coloco as dicas do que faltam: onde se hospedar, restaurantes e badalação na ilha. 

Espero que tenham gostado e que programem o quanto antes a viagem de vocês para lá : )

30 • junho • 2011 Lari Moda

Compras em Buenos Aires

Além de dicas de restaurantes e do que fazer em Buenos Aires (post aqui), me fizeram uma pergunta com freqüência esses dias:  e ai Lari, muitas compras?. Sai de casa convicta que não compraria nada além do “necessário” durante a viagem.  Umas coisitchas no Duty Free e olhe lá. Mas como diz o hino, “Uma vez consumista, consumista até morrer”, e eu resolvi compartilhar com vcs peruas a minha análise comprística do local.
Moeda desvalorizada + couro + botas = tentanção!


Não é lenda urbana. Nunca vi uma cidade com tantas vitrines com peças de couros e botas. Vale a pena congelar o cartão, e só usar na terra dos hermanos. A maioria das peças que eu vi eram beeem mais baratas do que no Brasil. Mas a onde comprar?

Além dos tradicionais pólos de compras, como as ruas da Recoleta, Galerias Pacifico, Calle Florida (cof cof Uruguaiana), Pátio Bullrich, etc, o bairro Palermo Soho chamou minha atenção.

Segundo a concierge do Alvear, é a Oscar Freire portenha. O quadriláterio da Plaza Cortazar é cercado por uma mistura de marcas argentinas e feirinhas. Minha sugestão é chegar cedo e aproveitar o dia para explorar a região. Entrar com calma em cada loja que chamar a atenção e ir descobrindo mesmo as labels desconhecidas.
Infelizmente, eu não dei sorte e não achei nada que eu queria no meu tamanho, mas eu vi muita coisa linda. Vale a pena programar uma tarde do itinerário para desvendar o bairro mais cool do momento 
03 • maio • 2011 Lari Life Style

Paraíso chamado Angra

Se tem um lugar que eu aaaaamo viajar, seja feriado ou um final de semana normal, é a cidade de Angra dos Reis. Localizada há 1h30/2h de carro, e 20 minutinhos de helicóptero, do município do Rio de Janeiro, é em Angra que os cariocas – e também muitos paulistas – tem suas casas de veraneio.




A cidade é conhecida por seu belíssimo arquipélago! É nela que fica a famosa Ilha Grande, com inúmeras praias paradisíacas. Não tem nada mais delicioso do que sair de barco, e aproveitar um belo dia de sol al mare, curtindo um dolce far niente sentiram meu italiano, né? isso que ainda nem comecei as aulas, me aguardem haha. Mas, para os fãs da agitação, nas épocas de muito movimento (leia-se feriados) são organizadas festas nas ilhas, como Hed Kandi, Serena, etc. Outra opção, é ir à Praia do Dentista. A diversão é “estacionar” o barco ao lado do dos amigos, e fazer a festa ali mesmo, dar uma pausa para mergulhar no mar, e voltar, deli, né?


Meus lugares preferidos em Angra

– Lopez Mendes


Praia paradisíaca, digna de cenário para filme! é um pouco distante chegar lá (+/- 40min), mas o visual compensa a viagem. Ideal para quem quer descansar e aproveitar a natureza.

-Lagoa Azul


Sempre com águas claras, ótimo lugar para a prática do mergulho. Além disso, lá tem um restaurante/barco que vende petiscos maravilhosos. Perfeito para um lanchinho ao final do dia – a especialidade são frutos do mar, bien sûr.

-Dentista


A praia perfeita para ir com um grupo animado de amigos! Os sons das lanchas se misturam, e já funciona como uma “pré” para as festas, ou para mim, já é a própria festa. Eu chego em casa e durmo! hahaha


Vamos para as fotos!

Que vista é essa? speechless






Muito comum formar um “par de jarros”, essa combinação é coringa! Eu com minha amiga Catarina Sofiete, que por sinal tem um blog com várias notícias do mundo da moda, acessem!

http://blogdacatarinasofiete.blogspot.com

Girls night out! A caminho da festa…

Dress code: chapéu + óculos


Dentista!!!


Gente essa traineira do fundo é o do Eike Batista, pequeno, né?