28 • junho • 2016 Lari Arte­Viagem

Tudo sobre Inhotim

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Quem me segue no Instagram e no Snapchat (acompanhe minhas peripécias por lá também: @lariduarteoficial e lariduarteof) já sabe pra onde eu fui no último fim de semana: Inhotim. Eu estou tão, mas tããão encantada-apaixonada-loka por lá que não poderia escrever sobre outra coisa no blog. Afinal, eu acho que todo mundo pelo menos 1x na vida deve visitar esse lugar incrível que transpira arte, design, paisagismo e arquitetura. Pura poesia!

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Obra Magic Square de Hélio Oiticica

Bom, pra quem não sabe, Inhotim é um dos maiores museus de arte contemporânea e parque a céu aberto do mundo, e está localizado na cidade de Brumadinho, em Minas Gerais (1h de carro de Belo Horizonte).

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Um dos 5 lagos artificiais que têm em Inhotim

Ao contrário do que muitos pensam, Inhotim é um museu privado. A cabeça por trás disso tudo é um empresário do ramo de mineração que, apaixonado por arte claro, resolveu compartilhar seu acervo com o público e transformou sua fazenda em museu.

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Galeria Adriana Varejão, uma das mais bonitas na minha opinião

O que eu achei mais legal lendo sobre a história da criação (sou dessas, comprei o livro na loja e já li no avião) é o porquê de criar um museu no “meio do mato”. Oposto de uma exposição na cidade, onde qualquer um pode conferir rapidamente entre dois compromissos, Inhotim faz o visitante se deslocar de verdade até lá e se dedicar inteiramente a exposição e ao local.

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Obra Beam Drop de Chris Burden

O resultado disso é: um acervo com cerca de 500 obras de artistas como Cildo Meireles, Chris Burden, Dan Graham, e um time de peso, sem contar nas galerias exclusivas como de Tunga, Adriana Varejão e mais 16. Sem contar na parte de paisagismo, seu jardim botânico é super variado e inclusive conta com plantas raras.

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Eu no Magic Square

Mas, quando eu estava me programando pra ir a Inhotim, eu senti falta de informações sobre esse programa. Não no site do museu que é bem completo, mas em blogs e sites pessoais, sabe? Assim, eu resolvi compartilhar com vocês informações básicas para quem quer visitar Inhotim. Confiram:

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Em Brumadinho têm várias placas que levam a Inhotim. Estacionamento do museu e infos gerais

Como chegar?

Como eu disse acima, Inhotim fica em Brumadinho. Primeiro pegue um vôo até Belo Horizonte. De BH, a melhor opção é alugar um carro. Mesmo quem for se hospedar na cidade (e não vai fazer bate-volta no mesmo dia), vai precisar de carro pra ir até o hotel a noite (o parque fecha 17h30), pois na região não têm taxis. Outra opção, mais cara, é fechar um transfer para esses deslocamentos.

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Galeria Marilá Dardot

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Momentos em Inhotim

Quanto tempo, quantos dias, é necessário para visitar?

Vou ser sincera com vocês, eu achava que um único dia era mais que suficiente pra ver tudo e com calma. Me enganei feio! Eu passei as tardes de sábado e domingo lá, ou seja 1 dia inteiro (é que está tipo missão impossível acordar cedo nessa friaca, né? hahaha #confissões), e só consegui ver a rota laranja do museu (vou explicar como funciona depois). Ou seja, para você conferir cada cantinho do museu, aproveitando as instalações e exposições, eu sugiro no mínimo 2 dias inteiros.

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Pousada Nova Estância

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Onde se hospedar?

Existem muitas opções de hotéis e pousadas de todas as categorias em Brumadinho. Inclusive no site de Inhotim tem uma lista com indicações – para ver clique aqui. Muitas pessoas me indicaram a Estalagem do Mirante, mas estava lotada no fim de semana. Eu fiquei na Pousada Nova Estância Inn e recomendo. Não era super luxo, mas achei mais do que justo. Cama boa, aquecedor no quarto, restaurante com comida deliciosa, café da manhã ótimo também, e a diária foi R$350,00.

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Mapa de Inhotim, eu só fiz a rota laranja

Como fazer a visita da forma mais otimizada?

Como vocês podem notar com o mapa acima (pra ver ampliado só clicar aqui), Inhotim é beeem grande. Quando você compra o bilhete tem a opção que inclui o transporte de carro elétrico também. Não deixe de comprar essa porque otimiza muito a visita.

Nas rotas laranja e roxa, os caminhos com pontos pontilhados são por onde os carrinhos circulam, e têm vários pontos de embarque e desembarque. Assim, você salta já nas áreas estratégicas pra visitação. Ah! Vale destacar que você não dirige, são os funcionários do museu, e o sistema funciona muito bem. Não demorava nem 5 minutos nos pontos para aparecer um carrinho.

Outra sugestão do próprio museu é visitar por partes. Faça uma rota de cada vez, a amarela é a única que se faz totalmente a pé.

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Duas primeiras fotos restaurante Timboril, e as outras restaurante Oiticica

Onde comer?

Existem duas opções de restaurantes e um café no museu. O restaurante Tamboril é o mais sofisticado, de culinária internacional e é integrado aos jardins. Uma ótima opção para um almoço mais longo com vinho. E o restaurante Oiticica é uma versão mais simples, com um buffet que você se serve uma única vez com preço fixo. Eu almocei nos dois e a comida de ambas estava maravilhosa. Acho que é uma questão de tempo que você tem para almoço. Além disso, para um lanchinho rápido, tem a opção do Café do Teatro também.

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Informações gerais:

  • Horário de funcionamento: terça a sexta: 9:30 às 16:30/ sábado, domingo e feriados: 9:30 às 17:30
  • Valores: terça e quinta: R$25,00/ quarta gratuita/ sexta, sábado, domingo e feriado: R$40,00/ transporte interno (o carrinho): R$25,00 por pessoa
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Pulando em frente a galeria Cosmococa, a mais divertida

Bom pessoal, como eu disse no começo do post, eu acredito que todo mundo deve conhecer Inhotim. É um programa que, eu aposto, mesmo quem não é fã de arte vai adorar, vai por mim! E perfeito para todas as idades.

www.inhotim.org.br

08 • junho • 2015 Lari Cultura­Moda­Viagem

Musée Pierre Cardin em Paris

Olá meninas, como foram de feriadão? Apesar de ter voltado de Paris, eu ainda estou cheia de dicas da cidade luz. Como eu sei que “Paris is always a good idea“, e que sempre têm leitoras chiquérrimas viajando para lá, ainda vai ter muitos posts parisienses, ok? hehehe.

Bom, hoje vou falar sobre um museu que eu conheci e que é parada obrigatória para quem ama moda, é o Musée Pierre Cardin.

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O museu, que conta a trajetória desse estilista revolucionário, abriu em novembro do ano passado no coração do Marais (o bairro mais cool e boêmio da cidade).

Com vocês, Pierre Cardin

Com vocês, Pierre Cardin

Para quem não sabe, Pierre Cardin começou trabalhando com Elsa Schiaparelli, comandou o ateliê dos alfaiates de Christian Dior, até abrir a sua própria marca em 1950. Mas, foi na década de 60 que ganhou destaque com seu trabalho vanguardista e experimental.

Fotos minhas durante a visita

Fotos minhas durante a visita

Como muitos outros da época, sua criação estava focada na era espacial, com roupas futurísticas recheada de formatos geométricos e muitas vezes unissex. Roupas que são consideradas modernas e diferentes até os dias de hoje.

Mais fotos minhas

Mais fotos minhas

No museu podemos conferir mais de 200 modelos, incluindo móveis e acessórios também desenhados por Cardin, dividido em 3 andares.

Madame Renée Tapounier que comanda o museu e foi a guia da visita guiada, e mais looks

Madame Renée Tapounier que comanda o museu e foi a guia da visita guiada, e mais looks

Como eu estava com o grupo da Paris Style Week (curso que eu fiz e vou contar em breve), eu tive o privilégio de fazer uma visita guiada ao museu por Madame Renée Tapounier, uma simpática senhorinha que trabalha na maison há quase 60 anos. Ela começou aos 14 anos como aprendiz, e nesses anos todos já fez um pouco de tudo.

Achei de uma fofura sem igual e muito emocionante ver sua alegria em contar a história por trás de cada look exposto, e tantas outras dos bastidores. Ah! Por sinal, ela quem fez o styling de todos os manequins expostos no museu.

Eu também não posso deixar de comentar que quando eu estava no museu o próprio Pierre Cardin chegou. Aos 93 anos, ele continua ativo no trabalho segundo Madame Tapounier.

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O museu funciona de quarta a sexta, das 11h as 18h, e sábados e domingos das 13h as 18h. O ingresso custa 25 euros. Mas, quer uma dica? Se você fala francês eu entraria em contato para fazer a visita guiada, sem dúvida foi muito mais emocionante.

Endereço: 5 Rue Saint-Merri 75004 Paris

musee@pierrecardin.com

www.pierrecardin.com

09 • março • 2015 Lari Arte­Viagem

Tudo sobre a Fondation Louis Vuitton

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São taaantas coisa para contar daqui de Paris que eu estava na dúvida por onde começar. Para abrir com chave de ouro as dicas da cidade luz, eu decidi falar de algo que me encantou completamente,  a Fondation Louis Vuitton.

Para quem não sabe, a tradicional marca francesa Louis Vuitton inaugurou em outubro do ano passado (super recente!) essa fundação que leva o seu nome. Não, não é um museu sobre a marca, a proposta é ser um local para expor a coleção de artes privada de Bernard Arnaultdono da empresa de luxo LVMH que possui muitas marcas, entre elas a LV. Assim, a ideia é sempre ter novas obras de artistas da atualidade que ficam organizadas em diferentes galerias.

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Mas, na minha opinião, a maior obra de arte é o próprio prédio da Fundação. Obra do genial arquiteto Frank Gehry, que se inspirou em um barco de sete velas para criar o espaço dentro do Jardim d’Acclimatation.

Outra dica imperdível para quem for visitar a Fundação é ir no restaurante. Eu e time Caras Blogs almoçamos no restô e tooodos amaram, unanimidade! Eu pedi um prato que era um “mix de vários mini pratos” que eu amei.

O restaurante oferece um menu curto baseado na culinária francesa. Para almoço funciona todos os dias e não precisa de reserva, já jantar só é possível aos fins de semana e pode reservar.

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Apesar de ficar no bairro 16éme, que é um pouco mais distante (foi onde morei ano passado, dizem que é a Barra de Paris Kkkk), é muito simples chegar na Fondation. Você pode ir pelo metro linha 01 e descer na estação Les Sablons (que fica a 10 minutinhos a pé), ou ir de ônibus elétrico da própria fundação que sai do Arco do Triunfo (Place Charles de Gaulle esquina com Avenue Friedland) a cada 15 minutos.

Bom meninas, vocês já perceberam que achei incrível, né? rs. Pretendo voltar lá de novo essa semana para olhar com mais calma as obras de arte. Quem vier para Paris já sabe, vale muito a pena ir na Fondation Louis Vuitton.

www.fondationlouisvuitton.fr