04 • outubro • 2016 Lari Viagem

Tudo sobre Saint-Émilion

Foi dada a largada aos posts gigantes de viagem! Se preparem, porque 1 mês rodando na França = muitas coisas pra compartilhar por aqui rs.

Bom, a ideia dessa mini-temporada francesa surgiu porque eu era madrinha de casamento de uma grande amiga em Paris. Já que eu ia ter que fazer esse “esforço” (#SQN haha) de ir pra Parrí, por que não aproveitar a ocasião pra conhecer lugares novos? (culpa daquele danado do bichinho do wanderlust que me picou…)

Assim, como eu e meu namorado somos fãs de vinho, a gente decidiu ir para Bordeaux. Eu sempre tive uma queda pelos vinhos da região, mas não tinha ideia que era tão grande e complexa. Sem dúvidas, eu recomendo no mínimo 1 semana para quem quer fazer essa viagem também.

Na primeira parte da viagem decidimos nos hospedar em Saint-Émilion. Eu me encantei tanto pela cidade que decidi começar a falar de lá primeiro.

Tudo-sobre-Saint-Émilion-informações-infos-roteiro-de-viagem-dicas-guia-de-viagem-cidade-histórica-Bordeaux

Localizada há 40 kms em média do centro de Bordeaux (1hora de carro em uma ótima estrada), Saint-Émilion é uma charmosa cidadezinha que fica na margem direita da região. Além de ser parada obrigatória pra quem quer fazer uma wine-trip (são mais de 900 vinícolas por lá, incluindo 15 premiers grands crus), ela tem uma enorme riqueza cultural e muita história, não a toa é patrimônio mundial da Unesco.

Assim, eu sugiro separar um dia inteiro do roteiro para visitar com calma a cidade, andar e se perder entre suas ruelas de pedras no estilo medieval, e visitar monumentos e vestígios desde a época romana – sim, há relatos que os romanos já plantavam uvas no local.

Eu listei o que, na minha opinião, quem for à cidade não pode deixar de conferir/fazer. Vejam só:

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  • Visitar a igreja monolítica: ela é totalmente esculpida em uma só rocha. A visita só é possível ser feita com um guia. Minha dica é entrar em contato com o departamento de turismo da cidade e se informar dos horários das visitas guiadas. (www.saint-emilion-tourisme.com)
  • Subir a “Tour du Château du Roi”: apesar dos vários degraus e das escadinhas apertadas, a vista é espetacular. Vale todo o esforço e rende muitas fotos lindas.
  • Visitar a Maison du Vin: além de ser um bom local para comprar vinho, existem opções de aulas e degustações. Vale se informar no local.
  • Passeio de tuk tuk: a gente acabou não fazendo por falta de planejamento, mas eu queria muuuito hahaha. Sabe aqueles carrinhos indianos? Os próprios na versão française! Uma forma super original de fazer city tour. O passeio dura 50 minutos.
  • Visitar as galerias subterrâneas: são mais de 200kms de galerias que abrigam diversas adegas e muita história. Mais uma visita que é obrigatória a presença de um guia. Só se informar no departamento de turismo que existem vários horários de visitas em inglês e francês.
  • Ver o Palais Cardinal: as ruínas da fachada mostram a beleza do palácio construído no séc XII #VéioPraXuxu. É possível reparar elementos romanos na construção, e sua parede faz parte da muralha que cerca a cidade.
  • Provar o verdadeiro Macaron: diferente dos macarons da Ladurée que estamos acostumados, esses parecem mais biscoitos e são típicos da cidade. Uma delícia! Ótimo souvenir pra levar de presente.
  • Sentar na praça principal e tomar uma taça de vinho: como escapar desse delicioso clichê? hehehe.

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Sobre onde se hospedar, eu fiquei no Château Grand Barrail, que está há 2kms do centro de Saint-Émilion. Além da localização maravilhosa e o serviço impecável, eu amei a experiência de me hospedar em um château. Parecia cena de filme, sabe? Achei super romântico <3

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E pra fechar o post com chave de ouro, não poderia deixar de falar sobre gastronomia. Afinal, o que não falta em St. Émilion são excelentes restaurantes.

Inclusive foi na cidade que eu tive um dos melhores jantares da temporada, no restaurante (de 1 estrela Michelin) do Hotel Hostellerie de Plaisance – um dos mais tradicionais e sofisticados da cidade. A gente optou pelo menu degustação e foi espetacular. Releituras criativas, mas acima de tudo deliciosas. Vale a ida! Outra opção é o restaurante La Terre. Charmoso, bem típico, sugiro um almoço ou jantar romântico nas mesas da varanda.

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Meu companheiro de viagem <3

Bom pessoal, esse é o meu guia de viagem de Saint Émilion. No próximo post vou falar sobre as vinícolas que visitei enquanto fiquei hospedada na cidade. Aos wine lovers de plantão, eu espero que as dicas sejam bastante úteis. Afinal, essa é uma viagem que todo amante de vinho deve fazer 1x na vida.

06 • janeiro • 2015 Lari Viagem

Guia de viagem: Fernando de Noronha (parte II)

Hoje eu vou continuar o guia de viagem para Fernando de Noronha. A primeira parte vocês já leram nesse post aqui, mas ainda ficaram de fora algumas dicas importantes. Então, vamos lá!

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Onde se hospedar?

Em Noronha só existem 3 tipos de hospedagem: luxo, simples, ou muito simples. Se alguém tiver dica de local no “meio do caminho” pode contar, viu? Porque a princípio só conheço essas categorias rs.

Eu fiquei na Pousada Estrela do Mar, que se enquadra na simples, mas que atende nossas frescurites básicas muitíssimo bem.

Como cama confortável, ar geladíssimo, chuveiro com água quente, frigobar cheio, café da manhã delicioso e wifi funcionando bem – para os padrões da ilha. Ela fica no bairro Floresta Nova onde se encontra a maioria das pousadas.

Outras pousadas do mesmo nível que amigos meus ficaram e também recomendam são: Pousada Del Mares e Pousada Sueste.

Nas categorias de luxo as mais famosas da ilha são: Pousada Maravilha e Pousada Zé Maria. Elas ficam mais inacessíveis no revéillon, pois nessa semana as tarifas (incluindo as pousadas simples) dobram de valor. Por exemplo, o quarto mais barato da Maravilha nesse período é R$2.300,00. Mas, se você está podendo $$$$ amigãn, vai fundo! Hahaha.

Pousada Zé Maria

Pousada Zé Maria

Onde comer?

O que não faltam são excelentes opções de restaurantes em Noronha. Como eu tinha várias festas para ir (nessa época do ano o grupo paulista Scheeeins organiza várias festinhas), acabou que não fui em todos que me recomendaram.

Até porque vou ser sincera, eu odeio ter horário em férias – Vocês também são assim ou sou a única loka? hahaha. Tudo que eu não queria fazer em Noronha era reserva, queria sair do mar quando eu bem entendesse rs. Assim, não reservei nenhum lugar com exceção do Zé Maria. Mas, vou listar de qualquer forma tudo para vocês. Seguem os restôs:

Zé Maria apresentando os pratos

Zé Maria apresentando os pratos

– Festival Gastronômico do restaurante da Pousada Zé Maria: eu diria que o Zé Maria (o dono da pousada) é o Mickey de Noronha! Ele é super conhecido na ilha, carismático, todo mundo quer tirar foto com ele hahaha. Ainda comparando a Disney, o festival seria o café da manhã com o Mickey, aquele programa tem-que-fazer.

Você paga um valor fixo e está disponível diversos pratos deliciosos. Mas, a parte engraçada fica para apresentação dos pratos, o Zé Maria pede para todo mundo se reunir em volta da mesa e apresenta cada um no microfone.

No dia que eu fui, quem apresentou a mesa de  sobremesas foi o ator Bruno Gagliasso e a atriz Fernanda Paes Leme, eles são amigos do Tuca (filho do Zé Maria) e vivem dando pinta na ilha. Estavam lá também Giovanna Ewbank, Paulinho Vilhena e Camila Coutinho do blog Garotas Estupidas. Pronto, fim do momento fofocas do Ego! Hahaha.

– Tricolor: restaurante de comida caseira que fica na Vila dos Remédios. É um casal de senhores, o marido atende e a esposa cozinha. Especialidade? Frutos do mar, bien sûr. Uma delícia, vale a pena ir no almoço.

– Restaurante Xica da Silva: localizado na Floresta Nova, ele é curinga para matar a fome porque fica no meio da maioria das pousadas. Comida deliciosa e atendimento ótimo. Além de frutos do mar, têm opções de massas e carnes. Outra boa pedida para almoço.

– Mergulhão: no estilo lounge, com mesas ao ar livre e música alta, ele é indicado para ir no fim do dia para assistir o pôr do sol tomando um vinho branco. Eu acabei não conseguindo ir, mas um casal de amigos foram e adoraram.

VarandaBeijupiráTejú Açú: não fui nesses três, mas esse casal de amigos comilão hahaha (brincadeirinha Graça e Marquisio!) também foi e adorou. Os três são mais chiquetosos e boas opções para jantar.

– Cacimba Bistro: melhor pastel da ilha! Sugestões: pastel de lagosta Bruno Gagliasso e camarões Patrícia Poeta (outra dica do casal comilão hahaha).

Momentos da festa de revéillon com os amigos

Momentos da festa de revéillon com os amigos

Onde badalar?

Como eu disse antes, nessa semana que eu fui um grupo paulista armou várias festas bem legais. Mas, normalmente elas não acontecem.

O que me indicaram na ilha, mas acabou que não fui, é o forró do Cachorro. Acontece todas as sextas em um bar na descida da praia do Cachorro e todo mundo diz que bomba. Próxima vez que eu for para Noronha quero conferir já que aaamo dançar um forrózinho #confissões.

Look que usei em uma sunset party em Noronha

Look que usei em uma sunset party no Bar do Meio

Já o revéillon eu passei na festa da Pousada Zé Maria, é a mais famosa e tradicional da ilha. Foi super legal: famílias, jovens, pessoas de todas as idades, música ótima, bebida e comida liberada…

Apesar do preço salgadinho também (R$800,00 convite feminino), eu recomendo muito. Quem está pensando em passar a próxima virada lá, minha dica é ficar de olho para comprar no primeiro lote que é mais barato.

Look que usei no revéillon

Look que usei no revéillon

With my love

Com meu barbudo! (Não é só a Pugliesi que tem hahaha)

Bom meninas, essas foram as minhas dicas de Fernando de Noronha. Como eu disse antes, acho que todo mundo deve conhecer essa ilha mágica pelo menos 1x na vida. Vale a pena se programar para ir em um feriado ou férias.

05 • janeiro • 2015 Lari Viagem

Guia de viagem: Fernando de Noronha (Parte I)

Feliz 2015 meninas! Como vocês foram de virada de ano? Como contei no último posteu passei o revéillon em Fernando de Noronha.

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Posso definir a ilha com apenas uma palavras: mágica. Sim, Noronha é essa coca-cola toda mesmo que falam, e eu ainda digo que é uma coca geladinha com limão rs.

Depois de 1 semana na ilha e de me apaixonar  com-ple-ta-men-te  por ela, o primeiro post do ano, para abrir o blog em 2015 com chave de ouro, não poderia ser outro, né? Um guia de viagem sobre Fernando de Noronha.

Foto que representa o que mais fiz na semana em Noronha rs

Foto que representa o que mais fiz na semana em Noronha rs

Quando comecei a programar a viagem em junho (bem cedo, eu sei!), eu senti muita falta de informações sobre lá em blogs. O que me ajudou foi o guia sobre a ilha que eu fiz com o Atelier Bon Voyagenova empreitada da blogger Coisas que Amamos (para ler o post dela explicando o serviço é só clicar aqui).

Assim, eu espero – de coração – que meu roteiro ajude quem está planejando visitar Noronha : ) . Afinal, acredito que todo mundo pelo menos 1x na vida tem que se dar o luxo de passar uns diazinhos de dolce far niente na ilha.

Status: completamente apaixonada por Noronha

Status: completamente apaixonada por Noronha

Vamos as dicas!

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Informações gerais importantes

– Pagar taxa de permanência na ilha (TPA): é necessário pagar uma taxa para visitar a ilhaO valor varia conforme a quantidade de dias que o visitante for ficar, no meu caso paguei R$281,00.

A boa notícia é que você pode pagar antes de viajar através do site oficial de Noronha, é só clicar aqui que cai direto. Depois, só levar o comprovante para apresentar no aeroporto.

– Fazer o cartão de visitação das praias: a entrada em algumas praias da ilha, como Sancho e Sueste, é controlada. É necessário apresentar um cartão para ter o acesso liberado.

Esse cartão é feito em Noronha e o valor é de R$81,00 para 10 dias corridos. Recomendo fazer isso assim que chegar na ilha, o local fica atrás do restaurante Flamboyant na Vila dos Remédios.

– Agendar a Praia do Atalaia: esse foi um furo que dei na viagem! Eu não sabia que a visitação da praia do Atalaia (famosa pelas piscinas naturais) também é controlada, e que é necessário agendar porque tem número limitado de visitantes (24 pessoas por dia).

Resultado? Quando fui agendar já estava lotada. Só depois de quase fazer show pedindo para acharem uma vaguinha rs, que eu descobri que é possível agendar antes mesmo de viajar.

Minha dica é ligar para a pousada que você for ficar hospedado antes e solicitar ajuda para agendar. Eles vão indicar guias locais que fazem esse agendamento prévio pelo valor em média de R$80,00 (mesmo a visitação em si sendo de graça, esse é o fee do serviço).

– Esqueça 3G/Internet/Wifi afins: viaje consciente que você vai ser obrigado a se desconectar do mundo virtual em Noronha. 3g não pega em nenhum momento e sinal de celular em poucos lugares (no meu caso que sou Vivo em nenhum lugar). O wifi das pousadas/restôs também não funciona muito bem, aquela coisa, horário de pico (19h à 22h) não pega. Ou seja, encare como um rehab rs.

– Abuse das rasteiras e sandálias sem salto: a maior parte de Noronha não é asfaltada, e sim de terra e pisos irregulares. Andar de salto alto é missão impossível rs. No máximo espadrilles e anabelas.

Assim que eu fiquei: pé na areia all day

Assim que eu fiquei: pé na areia all day

Como se locomover na ilha?

– Aluguel de buggy: esse é o meio de transporte mais comum. Como só há uma rodovia asfaltada em Noronha, o buggy é a melhor opção para passar em estradas de terra cheias de pedras.

Existem inúmeras locadoras de buggys pela cidade, eu aluguei na Fragata, e a diária do modelo selvagem (sim, é o nome de uma categoria de buggy kkkk) foi R$600,00 por estar em alta temporada.

– Taxi: existem inúmeros pela ilha! Só para sair das praias que as vezes é difícil encontrar um. É uma ótima opção quando todos da viagem forem beber (tem lei seca na ilha), mas as corridas têm preços fixos conforme o bairro de origem-destino, e achei um pouco salgado (por exemplo só aero-pousada foi R$50).

– Ônibus: como só tem uma rodovia, e ela corta a ilha no meio, o busão fica fazendo ida-e-volta na BR. Nos últimos dois dias que estávamos sem buggy foi uma boa opção. Custa R$3,00 (o que é uma baita ajuda no orçamento fim de viagem kkkk) e funciona muito bem.

Praias: Cacimba do Padre, Sueste e Conceição respectivamente.

Praias: Cacimba do Padre, Sueste e Conceição respectivamente.

Quais praias ir?

– Praia do Cachorro: dizem que é uma praia delícia para tomar banho, mas durante o verão ela fica sem faixa de areia. Ou seja, só posso confirmar quando eu for em outra época, ok? rs. Mas, vale a pena ir lá para conhecer, ver o visual e tirar fotos.

– Praia do Meio: localizada entre a praia do Cachorro e da Conceição (por isso o nome), ela é uma ótima opção. No verão só tem faixa de areia quando a maré está baixa, vale conferir o horário das marés antes de viajar ou perguntar, todos em Noronha sabem.

Com meu fotinho na praia de Conceição

Com meu fotinho na praia de Conceição

– Praia da Conceição: é a praia onde se encontra a famosa pedra do pico, um dos símbolos de Noronha. É de fácil acesso, e tem águas tranquilas para tomar banho.

Eu recomendo alugar cadeira e guarda-sol no Bar Duda Rei, achei o mais “fancy” da ilha, estilo beach club. Ou seja, é uma boa opção quando cansar do mundo roots e quiser uma cadeira confortável, comidinhas e bebidas rs. Vale a pena curtir a praia lá.

Na praia do Sueste na pedra para ver os filhotes #medrosa rs

Vendo os filhotes de tubarão da pedra no Sueste #medrosa rs

– Praia do Sueste: uma das minhas favoritas da ilha! Por ser uma baía, as águas são muuuito calmas, água quentinha, e é um berçário da fauna marinha da ilhaNela é possível ver e nadar com tubarões, raias, tartarugas, adultos, filhotes, e muito mais.

Para nadar no canto direito da praia (a parte mais rica de animais) é necessário usar coletes salva-vidas porque é proibido pisar nos corais. Mas, não é problema, na própria praia é possível alugar o combo de mergulho (snorkel, máscara, pés de pato e colete) por R$15,00.

Além disso, têm muitos guias locais a disposição de nadarem com você até os “pontos certos” da bicharada por R$40,00. Como eu sou medrosa, não quis ir nadar nessa canto, mas mesmo eu no meio da praia, na parte “menos rica” vi filhotinhos de tubarão e tartaruga. Experiência inesquecível!

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– Praia do Sancho: é considerada uma das 10 praias mais bonitas do mundo, não a toa! É liiinda mesmo. Sancho também é uma baía como Sueste, de águas cristalinas, mas seu acesso é mais difícil.

É necessário descer por duas escadas, tipo de bombeiro, que fica em uma fenda estreita entre duas rochas. Quem é mais cheinho ou claustrofóbico não consegue passar, viu? Todo mundo avisa.

Depois, mais escada normal de pedra, e finalmente quando você chega na praia esquece de tudo, o resultado é compensador. Ah! Antes de descer não deixe de conferir os mirantes, são os cartões postais de Noronha e de tirar o fôlego.

Torrando no Sancho

Torrando no Sancho

– Praia Cacimba do Padre: se você é surfista, essa é sua praia literalmente. De novembro à março ela é perfeita para o esporte e surfistas de todo o mundo viajam para Noronha. Inclusive, ela faz parte do roteiro mundial de surf.

– Praia do Leão: uma praia menos frequentada por estar na parte do parque nacional da ilha, mas belíssima também. Vale a visita.

Durante o passeio de barco, good vibes!

Durante o passeio de barco, good vibes!

O que fazer na ilha?

– Passeio de barco privado: sem dúvidas esse foi o programa que mais gostei de fazer na ilha. Alugamos por 2 dias uma lancha com a Glória da empresa Fish Hunter e recomendo de olhos fechados.

No primeiro passeio conhecemos as praias “de dentro” (o outro lado da ilha, as praias “de fora”, não é recomendável porque é mar aberto e bate muito as ondas), e no segundo dia só curtimos mesmo. Isto é, escolhemos os pontos que queríamos mergulhar, ficamos bebericando al mare, no maior estilo locais de Angra rs. Durante os 2 passeios tivemos a incrível experiêncial de ver golfinhos. Eles ficavam “escoltando” o barco.

No preço do aluguel de 4 horas da lancha está incluído um almoço com peixe grelhado e sashimis feitos na hora. E quando digo na hora, é na hora mesmo, eles pescam durante o passeio e preparam ali na nossa frente, super fresco e delicioso! E também um cooler com água, refrigerantes, sucos e cervejas.

Sem contar que tanto o marinheiro como seu auxiliar eram mega atenciosos e tiraram todas nossas dúvidas, curiosidades, sobre a ilha. Um passeio $$$$, mas que vale cada real, não deixem de fazer meeesmo.

Momentos do passeio de barco

Momentos do passeio de barco

– Trilha do Capim Açu: é a mais longa, mais demorada, mais cansativa e mais linda trilha da illhaisso dita pelos próprios moradores de Noronha.

Como não conseguimos ir na praia do Atalaia, fechamos essa trilha no impulso com uma guia que estava no posto de marcação. Resultado? 8 horas de caminhada, 10kms percorridos, entre praias, pedras, cavernas, mata virgem, e a oportunidade de ver ao vivo as paisagens mais bonitas de Noronha.

No início achei meio loucura fazer uma trilha que começava 6 horas da manhã em pleno dia 31, mas no fim das contas achei mágico.

Para quem acredita em energia, justamente na passagem de um ano ter a oportunidade de ter contato com uma atmosfera tão positiva (como sol, rocha, mar, caverna, terra etc) foi especial – e nada que redbull não me despertasse na festa de revéillon rs.

A gente fez a trilha com a guia Fátima (uma senhora maluca beleza do bem, e com uma disposição impressionante), infelizmente perdi o papel que anotei o cel dela, mas é só perguntar em sua pousada. Todo mundo se conhece em Noronha.

Momentos da trilha

Momentos da trilha

Bom meninas, essa foi a primeira parte do guia de viagem Fernando de Noronha. Acho que já está grande o suficiente, né? Rs. Amanhã eu coloco as dicas do que faltam: onde se hospedar, restaurantes e badalação na ilha. 

Espero que tenham gostado e que programem o quanto antes a viagem de vocês para lá : )