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Guia de viagem: Tulum (Parte #02)

Vamos continuar o guia de viagem de Tulum, muchachos? Para ler a primeira parte, e ficar por dentro de tudo, é só clicar aqui.

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O que fazer em Tulum?

1- Visitar os Cenotes

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Cenote se origina da palavra maia “dz’onot” que significa “caverna com depósito de água”, e é exatamente isso que é, uma gruta com águas cristalinas. Na península de Yucatán  (onde está Tulum) existem vááários cenotes que podem ser visitados. Mas, preste bastante atenção na hora de escolher qual visitar para não cair em um “programa de índio” lotado de turistas, viu?

Eu recomendo visitar os cenotes Pet Cementery e Sac Actun. Esses cenotes por serem mais afastados do centro são mais preservados e restritos, para chegar é preciso ir de taxi ou carro, pois é dentro da floresta. Além disso, é obrigatório a companhia de um guia para entrar nesses cenotes.

Logo na entrada tem uma empresa de guias oferecendo o passeio, que dura cerca de 1 hora. No valor está incluído o empréstimo de snorkel, máscara e colete salva-vidas (o uso é obrigatório). Apesar de não estar incluso, é possível alugar na hora também roupa de borracha e lanterna. Recomendo muito, pois ficamos 45 minutos nadando dentro dos cenotes, onde não bate luz solar e a água é bastante gelada. E adivinhem? Eu não aluguei, achei que fosse besteira, afinal sou carioca acostumada com água gelada…. #falhanossa, senti maior friaca do Alasca kkk.

A experiência é indescritível e inesquecível, sem dúvidas um passeio tem-que-fazer em Tulum. A hora passou voaaando, a cor da água é de um azul que eu nunca vi igual, os saguões que chegamos dentro dos cenotes parecem cenários de outro mundo, e nosso guia José (além de muito simpático e engraçado) explicou tudo muito bem.

Outra dica! Quem tiver Gopro ou câmera a prova d’água, não deixe de levar. Como o passeio é nadando, não dá pra levar celular. E, infelizmente, eu esqueci minha Gopro no Brasil. Então como José disse “tirei fotos mentalmente” hahaha

 

2- Curtir a praia

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Sem dúvidas, isso é o que todo mundo quer fazer em Tulum, aproveitar muito a praia. E existem muuuitas opções de beach clubs. Mesmo com sargaço (que contei na parte 01 do guia), eu e meu namorado fomos a praia todos os dias, e ficamos nos seguintes lugares:

  • Papaya Playa Project: foi o nosso preferido! Tem um clima mais agitado e descolado, e a estrutura de praia é muito boa. Ficamos em uma cabana com sofás e mesas, e o valor era revertido em consumação. Ah! E a carta de drinks e menu de comida são deliciosos.
  • La Zebra: faz parte do mesmo grupo do hotel que ficamos (vou contar sobre depois), e nosso concierge recomendou porque ele fica em um trecho da praia que estava com menos sargaço. Com uma proposta mais intimista, eu adorei também. O valor das espreguiçadeiras também era convertido em consumação.
  • Casa Malca: não chegamos a ir, mas muitas pessoas me recomendaram, viu? Então acho válido deixar a dica aqui – e parece ótimo mesmo. Acabamos curtindo a praia do nosso hotel mesmo, e que não é beachclub.

 

3- Visitar as ruínas Maias de Tulum

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Tulum foi uma das cidades onde os Maias habitaram, e a única em frente ao mar. A civilização Maia teve seu auge em 900 d.c., e tinha um conhecimento profundo de astronomia e matemática (eles já utilizavam um calendário com 365 dias). Visitar as ruínas da cidade é um mergulho na história.

Contratar um guia é fundamental, pois têm poucas placas informativas e não há opção de áudio guide. E ir até lá só pra tirar selfie ao lado de ruína não faz sentindo, né? Haha. Logo na entrada do sítio arqueológico há uma empresa de guias, e sem dúvidas, suas explicações fizeram toda a diferença. Mais uma vez, pegamos um guia muito educado e que sabia tuuudo. O passeio durou em média 45 minutos, e o valor foi de 40$ pro casal.

 

Onde comer?

Como se come bem em Tulum! Difícil foi selecionar entre muitas recomendações quais lugares ir, só tive excelentes experiências.

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– Kitchen Table

Localizado na parte da floresta de Tulum, o restaurante se esforça em ser o mais sustentável possível. Ele foi construído reutilizando materiais naturais da região, e foi projetado visando causar o menor impacto ecológico. A energia utilizada vem de painéis solares, e é usada para iluminar no mínimo o ambiente e para música – que é ótima, por sinal, no dia que eu fui era uma excelente seleção de jazz.

O menu é sazonal, e eles só usam ingredientes frescos e produzidos no local. Na noite que fui, o garçom me recomendou a lagosta que estava de-li-ci-o-sa (queria comer agora de novo!). Vale destacar o menu de drinks, o melhor de Tulum na minha opinião.

– Hartwood

Infelizmente eu não consegui ir no Hartwood porque ele só abre em alta temporada, mas como ele foi muito recomendado, achei válido colocar aqui nas dicas também. Ele está na lista dos 50 melhores restaurantes do mundo, e só utilizam ingredientes locais frescos em seus pratos. É necessário fazer reserva com 1 mês de antecedência no mínimo.

– Gitano

O lugar perfeito para quem quer um jantar mais animado! O ambiente é escuro e aconchegante, com música ao vivo, menu de drinks com muitas opções, e comida tradicional mexicana. Adorei!

– Kin Toh

Localizado no hotel Azulik, um dos mais famosos de Tulum, esse é o restaurante com a vista mais bonita. Mas, ao contrário da maioria, não é voltado para praia, e sim para a floresta de Tulum – o que o torna único e esse buxixo todo. Nas mesas você tem a sensação de estar jantando no topo das árvores, e é possível assistir ao pôr do sol.

– Restaurante do hotel El Pez

É o restaurante do hotel que eu fiquei, e que eu amei! O menu é mexicano claro, e é uma delícia. Recomendo reservar uma mesa na varanda, a beira da praia, um clima muito gostoso e bem romântico… E aos domingos eles têm brunch com um cardápio diferente, mas achei muito bom também.

Onde se hospedar?

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Existem infinitas possibilidades de hotéis em Tulum. Quando estávamos pesquisando ficamos até confusos, sabe? Minha dica é escolher um que fique na praia, e que tenha o seu estilo.

A gente acabou ficando no El Pez e eu AMEI. Além do custo X benefício excelente, é um hotel pequeno, bem intimista, com quartos de frente ao mar, zero agito e badalação. Estilo de hotel perfeito pro meu caso, erámos um casal procurando relaxar e descansar.

O atendimento foi incrível! Todos foram sempre muito atenciosos, simpáticos e cuidadosos, sabe? Ajudavam nas escolhas dos passeios, perguntavam nossos planos… Por isso, eu, Lari, gosto de hotéis pequenos, porque gosto desse tratamento “acolhedor”. O quarto era super confortável, cama grande, ar-condicionado, banho quente, secador… Pra mim o rústico tem que ser só na praia kkk. Recomendo muito.

Bom pessoal, esse foi o guia de viagem de Tulum. Como disse antes, eu amei muito esse lugar! Achei uma vibe maravilhosa, sabe? Acredito que seja quase impossível alguém não se apaixonar por lá. E espero que as dicas ajudem muito vocês na hora de programar a viagem.

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Guia de viagem: Tulum (Parte #01)

Como quem é vivo sempre aparece, estou de volta ao blog e vivíssima! Quem me segue no Instagram (@lariduarteoficial) viu que eu fiz uma viagem muito especial na última semana, e para um destino que eu nunca tinha ido: México, ariba muchachas! Mais precisamente para Tulum e a Cidade do México.

Como muitas pessoas me pediram dicas, eu resolvi começar escrevendo esse guia de viagem de Tulum. E como ser sucinta não é meu forte, já aviso que vou separar em dois posts, ok? hehe.

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Sobre Tulum

Tulum é um dos lugares mais procurados pelo jetset internacional quando o destino é México. Localizada na famosa região da Riviera Maya, a cidade ficou conhecida por ser uma alternativa mais easy-going, isto é, mais rústica e relax, ao super agito (e americanização) dos resorts de Cancún.

Para quem busca praias com água azul turquesa e areia branquinha, vivenciar a história e cultura Maia, ótimos restaurantes, em uma atmosfera tranquila, Tulum é o roteiro perfeito.

Mas, antes de “soltar o dedo” aqui escrevendo sobre Tulum, eu preciso fazer um alerta muito importante: atenção a época do ano que você vai, pois você pode pegar a praia com sargaço (ou algas, como falamos no Rio). E adivinhem? Bingo! Eu fui bem na época do sargaço.

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Com as algas, o mar dos sonhos azul turquesa vira marrom (parecia mais o Rio Negro hahaha), e você não consegue nadar, pois pra piorar as algas têm pulgas – ecati!

Eu e meu namorado descobrimos o problema quando já havíamos comprado as passagens, e não tínhamos como cancelar. Mas, como bons otimistas que somos, escolhemos um hotel com piscina e aproveitamos muuuito a viagem mesmo assim, até nos aventuramos no mar em um dia que estava mais “limpo” (espero não ter pego pulga kkk).

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Eu, Marcelo, e o sargaço haha.

Mas, é impressionante – e um absurdo também – como não se lê em lugar nenhum sobre isso. E esse problema vem acontecendo por toda a Riviera Maya (incluindo Cancún, Cozumel etc) há 3 anos. E da mesma forma que aparece de repente, o sargaço some de repente. Plim! Como mágica. Ah! Por que está tendo isso? Ninguém sabe ao certo, provavelmente mais uma consequência do aquecimento global.

Segundo os moradores locais, no período de novembro à janeiro nunca teve esse problema. Então, fica a dica, viu? Para não correr riscos, eu recomendo viajar nesse período.

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Como chegar em Tulum?

Como eu disse antes, Tulum está localizada na Riviera Maya. O aeroporto mais perto da cidade é o de Cancún, então o ideal é você comprar um vôo até lá. No meu caso, nosso trajeto aéreo foi: SP-Miami-Cancún.

De Cancún para Tulum são em média 1h30 de carro, em uma estrada ótima. Você pode alugar um carro no aero mesmo, e de quebra já ficar com esse carro alugado para circular por Tulum. Ou, você pode pegar um taxi, que foi a nossa opção.

Pagamos 300$, e no fim das contas, com os táxis que pegamos para circular por Tulum, sairia mais barato o aluguel do carro. Mas, não posso negar o conforto que é só entrar e falar onde quer ir, né? Sem se preocupar em caminhos, GPS, estacionamentos, bebidas etc. Por isso, vale avaliar que tipo de viajante você é. No nosso caso, a gente ia mirar na praia e acertar na Guatelama kkk Somos péssimos em direção, então o táxi ganhou.

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Como se locomover em Tulum?

Tulum é basicamente uma praia, e paralela a essa praia tem uma avenida. E é por essa avenida que ficam as entradas dos hotéis, e onde também ficam os restaurantes, bares, comércio local…

Dependendo de onde o seu hotel está localizado na praia, você pode ir a pé, se não, existem muuuitos táxis.  Espirrou, gritam “táxi señora?” hahaha. Ah! Mas, ninguém usa taxímetro, viu? Então é importante saber que nenhuma distancia na praia pode dar mais que 100 pesos. Já para visitar os cenotes ou ruínas, ai é mais afastado. Para não cair em golpe, consulte sempre o concierge do seu hotel para saber o valor em média certinho.

Mas, como eu disse antes, você pode alugar um carro e ficar livre para se locomover.

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Como esse post já está gigante (não sei ser sucinta meeesmo hehe), vou deixar para o próximo post minhas sugestões do que fazer, e onde comer, viu? Espero que tenham gostado das dicas até agora : )

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Onde se hospedar em Paris? Le Cinq Codet!

Uma das (muitas) coisas que faz eu amar Paris é que você pode ir mil vezes a cidade que sempre têm novidades. Isso se aplica em todas as áreas. Seja um restaurante novo, uma exposição, uma loja, ou um hotel. E na minha última ida à Cidade Luz, eu amei conhecer e me hospedar no Hotel Le Cinq Codet.

O hotel está localizado em uma rua calma e tranquila no 7éme arrondissement, que faz parte da Rive Gauche (como é chamado o lado esquerdo do Rio Sena), e é um bairro totalmente residencial. Mais precisamente, ele está na região dos Invalides, e do Le Cinq Codet é possível ver a tumba de Napoleão, e ir a pé à Tour Eiffel.

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Uma localização maravilhosa, pois é possível sentir e vivenciar Paris como um morador, mas ao mesmo tempo estando perto dos principais pontos turísticos, sabe?

Sobre o hotel, ele é tudo que se espera de um 5 estrelas: atendimento excelente e quartos muito confortáveis. Mas, com um bônus, o Le Cinq Codet é todo modernete. Então prepare-se para um quarto prático e tecnológico que funciona totalmente a base de botões e controles #amo haha.

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De quebra, o hotel tem um restaurante que foi bastante recomendado. Eu AMEI taaanto o café da manhã, que imagino que seja delicioso o menu fixo do restaurante também. Ah! E é aberto ao público, viu? Não é só para hóspedes.

Se você está com viagem marcada para Paris fica a dica de hospedagem, viu? Vale muito dar uma olhada no Le Cinq Codet. Eu fiquei hospedada por 1 semana e minha experiência não poderia ter sido melhor.

www.le5codet.com

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