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Autógrafo na bolsa?

Ontem, eu li um artigo na sessão Fashion & Style do site do New York Times que chamou a minha atenção, e eu resolvi trazer o assunto ao blog. “Is a celebrity imprimatur on a handbag worth as much as a new car?”. Traduzindo a grosso modo, a assinatura de uma celebridade em uma bolsa vale tanto quanto um carro novo?

A bolsa de couro de jacaré de $30.000

Vamos ilustrar o caso: Mrs. Beckham anunciou esse mês que uma das bolsas de sua marca custaria cerca de $30.000 – vale destacar que uma Birkin Hermès custa em média $8.500. Essa notícia teria causado mais espanto, se em julho, as gêmeas do extinto seriado Full House (amo!) Mary Kate e Ashley Olsen não tivessem anunciado uma bolsa da linha própria das irmãs no valor de $34.000.
A bolsa de $34.000 das sis Olsen


Essa associação de celebridades e produtos de consumo é mais velho que Full House com certeza. Por exemplo, até o ator Marcos Palmeira tem queijo-minas com sua foto no pote – curiosidade, isso tem no Brasil todo ou só no Rio se dá de cara com ele no mercado?. Voltando… o que a matéria levanta é que “teoricamente” mulheres que podem comprar uma bolsa nesse $$$$$$ optariam por marcas consagradas como Chanel, Hermès, etc.

Símbolo da mulher moderna

A teoria não se aplica a prática. Segundo Colin T. McDonald, stylist que vive em NY, não é uma questão de dinheiro, e sim de comprar algo que elas não podem ter. Por exemplo, no caso da Victoria Beckham, ela representa a imagem da mulher moderna, que tem um casamento estável, uma família incrível, um closet impecável, um trabalho bem-sucedido, e uma estilo de vida distante da maioria das mortais. Assim, ela tornou-se a sua melhor propaganda e outras mulheres abastadas financeiramente compram esse conceito em seus produtos.

Largaram o showbiz e passaram a se dedicar à moda

Eu não sei se é o meu lado “pão-duro” ou xiita, que escreve no momento, mas, apesar de concordar que muitas vezes compramos algo pelo conceito que a marca passa, e não pelo produto em si, ainda acho que nesse caso é melhor investir em um bom psicólogo. Com certeza vai ser mais barato curar as mazelas da vida em um divã do que comprando uma bolsa de $30.000.

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100 anos de moda dançante

Menos de 1 semana, e mais um vídeo da categoria “vale a pena assistir” aqui no blog. Postaram na minha wall do facebook (thanks, Elis) e eu vim correndo – de novo – compartilhar com vocês. Bom, mas do que se trata? Para comemorar a chegada do shopping Westfield Stratford City em Londres, o diretor Jake Lunt fez um clipe no qual, em apenas dois minutos, a história de todo um século da moda é contada. Para completar, os atores apresentam as roupas dançando trilhas sonoras da época respectiva. Amei a proposta de unir dança ao mundo fashion, uma combinação de sucesso.


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Alexandre Birman in Rio

Na semana passada, o estilista Alexandre Birman apresentou sua resort collection para as cariocas no Hotel Fasano. A marca, que é vendida em lojas como Sacks, Bergdorf Goodman, e Harvey Nichols, armou uma “mini” loja por dois dias no Rio. A convite da Juliana Barros, do Fashion MKT, eu fui conferir de perto o que o estilista preparou para o verão. E posso falar? cada modelo mais lindo que o outro.


Python colorido, tendência fortíssima


Eu tratei logo de calçar meu favorito


Lindo, né? pena que o 6.5 estava apertado e não tinha 7 (consumo mode on)






Pretinhos básicos


Fiquei louca também nessa maxi-clutch


espadrille + cobra, modelo 2 em 1 de tendência




Bloguers reunidas


Minha alma “fanfarrona” não resistiu! Look do dia na poltrona do Fasano.
Créditos: camisa e calça Ateen/ sandália Corello/ bolsa Bottega Veneta



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