Bem-estar

Saúde em foco: 10 mitos e verdades sobre glúten

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Oi, meninas!

Aqui estamos nós focando novamente na saúde! Hoje vamos falar de um tema muito polêmico: a alimentação sem glúten. Cada dia que passa, surgem mais assuntos “da moda” quando trata-se de alimentação. Ontem alimento “mocinho”, hoje vilão. Mas temos que ter muito cuidado ao fazermos restrições.

Queria deixar primeiramente bem claro para vocês que o lema de uma reeducação alimentar não é restringir e sim substituir. Trocas saudáveis são sempre mais eficientes do que simplesmente retirar componentes nutricionais da nossa alimentação, sejam eles bons ou ruins – se é que podemos classificar alimentos de forma tão simples!

O alvo agora é o glúten! Essa questão começou por muitas atrizes aderirem à dieta sem glúten, como Juliana Paes depois da gravidez, mas vale lembrar que todas fizeram com acompanhamento nutricional, o que representa a questão que levantei acima: trocas e equilíbrio.

Essa prática é ainda muito discutida e quero deixar aqui para vocês alguns esclarecimentos sobre o assunto! Claro que vou expor minha opinião, mas embasamento científico para mim é tudo, e sem isso não vou afirmar nada.

Vou tentar deixar a linguagem o menos técnica possível para vocês poderem levar as considerações para o dia a dia de vocês. Vamos lá?

10 mitos e verdades que você precisa saber sobre o Glúten! Vou fazer esse guia considerando as dúvidas mais freqüentes de meus pacientes e também algumas questões que causam confusão, principalmente por informações da mídia.

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1 – O glúten é um carboidrato

Mentira! Você sabe o que é o glúten? O glúten é uma proteína! Sim, embora esteja presente em alimentos ricos em carboidrato, o glúten faz parte justamente da pequena fração protéica destes alimentos.

A maior parte das pessoas já começa se enganando achando que o glúten é carbo! É uma proteína vegetal encontrada no trigo, centeio, cevada e aveia.

Dessa forma, o glúten está presente em quase todas as preparações do nosso dia-a-dia: pão, torrada, macarrão e outras massas, biscoitos, na cervejinha do fim de semana…

2 – Alimentos integrais não possuem glúten

Mentira de novo. Sim, os alimentos citados acima na versão integral também contêm glúten, da mesma maneira. Ou seja, glúten está presente em diversos cardápios de alimentação saudável e equilibrada.

3 – A aveia contém glúten

Sim. Recentemente a Bela Gil em seu novo programa de culinária foi muito alfinetada por profissionais da saúde ao falar que aveia não possui glúten. E realmente é um perigo falar isso, pois os intolerantes podem ter acesso à informação errada.

Mas eu entendo o lado dela, pois o grão de aveia por natureza não contém glúten, possui outro tipo de proteína chamada de avenalina. Mas para que a aveia e seus os produtos permaneçam livres de glúten, é importante ter certeza de que eles não entraram em contato com cereais que contenham glúten em alguma fase do processamento, o que não ocorre pois já é cultivada no mesmo terreno que estes.

Há então a contaminação, exceto algumas aveias especiais – é raro – processadas separadamente no qual a embalagem indicará que não contém glúten.

4 – O glúten aparece em preparações inusitadas, como alguns iogurtes e sorvetes, inclusive de forma isolada (sem ser por exemplo na farinha de trigo, apenas “glúten”).

Isso ocorre pelo fato de essa proteína representar um lado facilitador na gastronomia: confere a famosa “liga”, maciez e elasticidade. É a responsável pela melhora da textura de vários alimentos.

A ANVISA (órgão regulador) determina que os produtos industrializados são obrigados a identificar no rótulo nutricional a seguinte informação: CONTÉM ou NÃO CONTÉM GLÚTEN.

5 – O glúten é sim uma substância bem alergênica e devemos ficar atentos.

Sim! A chamada Doença Celíaca é uma intolerância ao glúten. O consumo do glúten pelos celíacos gera um intenso processo infamatório, que pode ter consequências, como a não absorção de inúmeras vitaminas e minerais.

É uma doença que afeta 1% da população mundial (merecia mais atenção, né?) e não tem cura, só tratamento: a exclusão permanente do glúten na alimentação.

6 – Não sou celíaca, então não tenho nenhum tipo de restrição quanto ao glúten

Não é assim! Toda a questão da famosa #glutenfree tem fundamento sim, provém justamente desse fato de ser considerada uma substância alergênica por ser mal digerida no nosso aparelho digestivo.

Outro fator é que, além do portador da doença celíaca, existem também pessoas com sensibilidade ao glúten, ou seja, não são celíacos, mas essa sensibilidade pode aparecer até em quem nunca apresentou predisposição.

Os principais sinais são: inchaço abdominal, desconforto abdominal, náuseas, diarreia, vômito, emagrecimento, fadiga e fraqueza. Se você também faz uso de analgésicos em excesso, é bom ficar atenta.

7 – Glúten engorda

Mito! Glúten em si não engorda. Tanto que o perfil de pacientes celíacos não é de magreza, pelo contrário, normalmente a magreza vem com o consumo do glúten durante a intolerância não diagnosticada.

A atriz Isis Valverde é um exemplo de celíaca que ganhou peso de forma saudável ao cortar o glúten: durante o período de intolerância relatou que chegou a pesar 45kg.

O glúten é responsável sim, por um inchaço momentâneo em algumas pessoas mesmo que não intolerantes, mas apenas esse estufamento.

Você deve estar se perguntando: mas então como as pessoas emagrecem sem o glúten? O que engorda são os outros componentes que fazem companhia para ele nos alimentos, como carboidratos simples e gordura.

Desta forma, cortar o glúten do cardápio pode sim auxiliar a perda de peso, mas isso ocorre pelo fato de resistirmos às tentações como cerveja, pizzas, doces… A restrição destes alimentos fonte de glúten reduz automaticamente a ingestão calórica, e como consequência ocorre a perda de peso.

O que pode acontecer também é que as pessoas que cortam o glúten da dieta começam a ler mais as embalagens e rótulos e acabam prestando atenção também em outras informações, escolhendo melhor o que consomem, fazendo trocas saudáveis.

8 – Glúten x Câncer

Nenhum estudo científico demonstra relação, embora a mídia veícule constantemente algo sobre o tema. Apenas complicações a longo prazo de quem tem a doença celíaca poderiam resultar em câncer no intestino.

9 – A tapioca é sem glúten e um alimento perfeito

… diz o INSTAGRAM. Rs! Também sou muito a favor da tapioca, mas ela merece atenção: seu consumo não está liberado à vontade, ela é puro carboidrato, não é “emagrecedora” – tem pouca fibra – e tem alto índice glicêmico, ou seja, tem quantidade e hora para comer.

O melhor para você somente um profissional vai poder avaliar, mas como sugestões gerais:

*Não utilize mais de 2 colheres cheias de goma por vez na hora de preparar

*É boa para consumir pela manhã e no pré ou pós treino

* Adicione sempre semente de chia ou linhaça (com moderação!) na massa para ajudar no controle do índice glicêmico, enriquecendo com fibras

*Atenção ao recheio: prefira sempre recheios leves. Sugestões: manteiga caseira de azeite, geleias sem açúcar, banana com canela, pastinhas de ovos, peito de peru com temperinhos, cottage…

10 – No fim das contas, mesmo não sendo celíaca, vale a pena reduzir a minha ingestão de glúten?

SIM! Independente do fator intolerância, sinto que o consumo excessivo, principalmente do trigo e derivados, limita MUITO a nossa alimentação no dia a dia.

Vamos nos permitir, vamos experimentar novos sabores, conhecer nosso corpo e como ele reage aos alimentos. Como falei com vocês, não é questão de tirar o glúten, mas sim substituir alimentos.

A farinha de arroz por exemplo é bem mais levinha que a farinha de trigo… Um macarrãozinho de arroz é tão delicioso quanto uma massa “tradicional”.

Fora que, além de fazermos trocas saudáveis, nos permitiremos uma alimentação mais natural… Basta pegar a embalagem do seu pão integral 12 cereais ou torradinhas integrais e ver a quantidade de ingredientes aditivos na embalagem. Reparem! Agora vejamos a tapioca… Fécula de mandioca. Ponto.

Por isso falamos tanto em comer “limpo”, desintoxicar, desinchar… Por um mundo com mais bolachinhas de arroz integral no forno (aquele arrozinho que sobrou da janta de ontem!), por um milho verde menos esquecido – com ervilhas!, mais fubá, quinoa, amaranto, mandioca, batatas, polvilho, linhaça…

E sempre muitas receitinhas caseiras – até por motivos econômicos, produtos sem glúten ainda são mais caros, infelizmente!  Um mundo se abre quando desgrudamos de alguns vícios alimentares e do que as indústrias nos impõem.

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E aí, meninas? Espero que tenha esclarecido alguns pontos para vocês… E em breve, muitas receitinhas para colocarmos todo esse conhecimento em prática!

Beijos,

Fábia Massarani

famassarani@hotmail.com

@fabiamassarani

PS: meninas a Fábia não está arrasando MUITO? Estou amando demais todos os posts, mais um que mudou minha vida rs

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Suco verde – a receita

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Durante o detox uma das coisas que eu mais gostei foi o suco verde. Vou ser sincera, não achei o gosto as mil maravilhas do mundo, mas os benefícios dele são imediatos e indiscutíveis. Muita disposição e imunidade lá em cima. Tem coisa melhor?

Assim, como quero continuar o hábito de tomar todos os dias no café da manhã, a Anna Medeiros (massoterapeuta top que contei nesse post aqui) me passou a receita. E sabe como é blogueira, né? Quer compartilhar tudo com as leitoras hahaha.

Então, para quem está pensando em aderir o suco verde na rotina também segue a receita. É super simples, vejam só!

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Suco verde

1 Folha grande de couve
1 pepino médio
1 cenoura média
1 maçã
1 molinho de salsinha
1 pedaço pequeno de gengibre
1 talhinho de salsão

Modo de preparo

Lavar bem todos os ingredientes, colocar todos na centrífuga mesmo com casca, e está pronto.

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Viram? Nada muito trabalhoso e difícil de fazer. Para quem vive atrasado de manhã e só deixar tudo separado na noite anterior. E para ajudar no incentivo, dei uma pesquisada rápida no Instagram e olha quantas pessoas já aderiram. Força na peruca, todos em 2013 atrás do #projetovida.

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Em busca do #projetovida

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Como segunda é o dia internacional do começo de dieta, nada mais justo que contar para vocês hoje o meu mais novo aliado em busca da boa forma e do equilíbrio. Antes de mais nada, quero deixar claro que eu sei que não estou acima do peso, mas cada pessoa sabe o que te faz feliz. E como 90% das mulheres, eu quero melhorar algumas coisitchas e tenho que me cuidar para não engordar – sim, já fui gordinha, mas isso é papo para um outro post.

E apesar de continuar acreditando que não devemos focar nossa vida só na beleza, eu também acredito que devemos trabalhar (muito!) a nossa auto-estima. Uma pessoa bem resolvida consigo mesma têm resultados positivos em todos os aspectos da vida. Assim, para ajudar a combater  minha “tríplice do mal”, celulite, pneuzinhos e culotes, eu procurei a Dra. Vanessa Metz.

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Essa é a Dra. Vanessa. Linda, né? E super simpática

A friend da blogosfera, Nath Tosto, do Coisas que Amamos, já era paciente e me disse muitos elogios sobre a Dra. Vanessa. Dermatologista renomada (inclusive saiu na Vogue desse mês!), Vanessa resolveu se dedicar também à dermatologia estética. Afinal, segundo a própria, o “externo” (pele, cabelo, unhas…) mostra a nossa saúde interior.

Marquei uma consulta para decidirmos qual tratamento eu faria. Como vou viajar no Carnaval e quero dar uma “enxugada”, a Vanessa me indicou o aparelho Freeze (MP2) + Massagem detox redutora.

O Freeze é um aparelho de radiofrequencia que combate a flacidez e celulite, reduz a circunferência e previne o envelhecimento precoce da pele. Pode ser usado no rosto também, mas no meu caso é só na área da “tríplice”. E o melhor, não dói nada, viu? Como sou medrosa, essa foi a primeira coisa que perguntei hahaha.

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Achei fotos do Freeze para vocês verem! Mas, essa não sou eu, ok? Hahaha

A massagem detox redutora é a união da drenagem linfática com a massagem modeladora. Como disse antes, estou encantada com essa técnica!!! O passo a passo é: uma esfoliação corporal com óleo de Apricot para tirar as células mortas e estimular a renovação, depois aplica-se um gel mobilizador de gordura nas áreas “indesejadas” com um ultrassom para aumentar a potencialização dos ativos do gel. Em seguida é a hora da massagem mais “forte” com um suflê anti-celulítico de Capuccino. Isso mesmo, esse é o nome do produto e têm um aroma delicioso. Por fim, é feita a drenagem linfática.

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Já que a minha meta é o Carnaval, eu decidi fazer um “intensivão” do tratamento. Até a véspera da viagem serão 6 sessões. Isto é, 3 dias de Freeze intercalando com 3 dias da Massagem detox redutora. Semana passada eu já fiz as duas primeiras, por isso eu posso falar com 100% de certeza que o tratamento não dói e a massagem não deixa roxos. Estou aqui sã e salva! Hahaha.

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Eu sei que muitas de vocês também estão nesse #projetovida, então decidi compartilhar mais uma vez algo bem particular aqui no blog para incentivar quem está nessa. Como disse antes, acredito que tudo que aumenta a nossa auto-estima e felicidade é mais que bem-vindo – claro, que dentro dos limites. Continuo me exercitando e tentando controlar a alimentação, mas agora ganhei mais uma força nessa batalha.

Aguardem os próximos capítulos desse novo projeto, no fim eu conto para vocês o resultado 😉

 

www.vanessametz.com.br

 

PS: para as mais cibernéticas, a Dra.Vanessa também está no Facebook (aqui), Twitter (aqui) e Instagram (@Dravanessametz)

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