Faz tempo que não coloco um look noite aqui, né? (Look madrinha não conta, né? Tô falando de look noite normal rs). Aproveitei a semana de “férias” em Paris e fotografei muitos looks para vocês uhuuul! Entre eles essa produção que usei para jantar no restaurante Monsieur Bleu.
Sobre o look, se tem uma marca francesa que eu sou apaixonada é a Maje. Eu tenho que me controlar para não falir nela, juro! Rs. Sabe aquela marca que você se identifica 100%? É assim que me sinto.
Quem não conhece, vale a pena pesquisar ou seguir no Instagram @majeofficiel. Bom, tudo isso para dizer que o vestido desse look é mais uma das 1381038 peças de roupa que comprei na Maje nesse mês em Paris.
Por sinal, essa modelagem de vestido é excelente para disfarçar gordurinhas e emagrecer, viu? Gola em “V”, elástico na cintura, e frouxinho na barriga. Quem quer aparentar mais magra (e qual mulher não quer?) pode investir em modelos assim.
Para completar, sandálias modernetes da Carmen Steffens e bolsa clássica Chanel. Vejam só…
Créditos:vestido Maje/ sandálias Carmen Steffens/ bolsa Chanel/ pulseira Claudia Arbex/ brincos H&M
Por sinal, vou aproveitar o post para dar a dica do restaurante Monsieur Bleu em Paris. Já falei dele nesse post aqui, e continuo recomendando. Restô que está super na moda na cidade com vista linda para torre, e de quebra tem um menu contemporâneo delícia.
Se tem uma coisa que eu aaamo fazer e fico arrasada que aqui no Rio ninguém tem hábito é brunch aos domingos. Isto é, aquela mistura de “café da manhã tarde com almoço cedo” onde a gente fica com os amigos bebericando e comendo sem pressa por horas – essa é a definição do dicionário Aurélio, ok? Mentira! É a minha mesma hohoho.
Eu entendo que ao invés de ficar engordando conversando em uma varanda, a gente acaba preferindo fazer isso na praia com os amigos, né? Mas que o programinha brunch é uma delícia eu acho e ponto. Nesse mês que eu fiquei em Paris todo fim de semana eu ia tomar brunch com amigos em algum lugar, e no último domingo na cidade não foi diferente.
Pedi para uma amiga que mora em Parrí há 6 anos e sabe tuuudo do que está bombando por lá (Bisous Isadora!) escolher um local bem legal. Assim, eu poderia dar uma dica de algo super novo e frequentado por locais para vocês e de quebra fazer minha despedida – tipo de blogueira que não esquece do blog nem na hora de comer, soy yo! Hahaha.
Acabamos indo no Saint James Paris e me a-pai-xo-nei. O local parece um mini-castelo e era uma casa residêncial, acreditam? (basiquinha a casa.. #SóQueNão hahaha). Hoje em dia é um hotel e o restaurante só fica aberto para o público por alguns meses do ano. Não preciso nem dizer como é exclusivo, né? Fazer reserva é fundamental.
Como se não bastasse o ambiente ser lindo, a comida é deliciosa. O buffet do brunch custa 65 euros e tem uma variedade enorme, só não está incluído bebida nesse valor.
Apesar de mais salgado ($$$), eu acho que vale a pena reservar um domingo para ir e curtir o Saint-James com calma. Para vocês terem ideia, nossa reserva era 12h30 e só saímos de lá 16h – e isso porque eu tinha vôo para o Brasil rs. O clima do local é “estou na sala de casa” e todos te deixam super a vontade. Tem coisa melhor?
PS:como meu cel foi roubado, eu perdi todas as fotos do hotel. Busquei no Google essas para ilustrar o post, mas prometo que elas fazem jus ao lugar ; )
Quem é vivo sempre aparece! Tô viva e bem leitoras rs. Quem me segue no Instagram (@lariduarteoficial) já sabe das últimas novidades. Aproveitei minha última semana em Paris – e sem aulas – para viajar e também curtir a cidade, ou seja, por mais que eu quisesse não tive tempo mesmo para atualizar o blog.
Segunda cheguei no Rio, aproveitei para arrumar tudo, ontem fui a trabalho para SP e só hoje (quarta fim do dia) “sentei” para trabalhar aqui no Rio. Enfim, esse mimimi todo é para justificar mais uma vez a minha falta de frequência por aqui, ok? #confesso.
O ritmo de vida aqui tá igual aquele funk “não para não para não para não…“. Mas, nada como um aeroporto e horinha de vôo para fazer o que eu mais amo no mundo e o que mais me distrai/acalma: blogar!
Bom, o post de hoje é sobre Amsterdam. Eu passei o fim de semana na cidade e vi que tem muita gente indo para lá também, então vou dar dicas gerais dessa capital com cara de cidade pequena que eu adoro.
Foi a primeira vez que eu fui em casal para Amsterdam. Já tinha ido outras duas vezes com amigas solteiras, e posso dizer que dessa vez eu vi um outro lado de Amster. Uma cidade muito romântica e fofita – por mais incrível que pareça.
Para quem está indo para Paris, Amsterdam é uma ótima opção para incluir no roteiro. Ela fica a apenas 3h de tremda cidade-luz (só comprar no site da SNFC os bilhetes), e de quebra você pode conhecer as cidades de Bruxellas ou Bruges também – a Bélgica fica no meio do caminho do trajeto.
O que fazer em Amsterdam?
– Van Gogh Museum: sou suspeita para falar porque Vincent Van Gogh é um dos meus artistas favoritos, mas mesmo para quem não conhece seu trabalho o museu é parada obrigatória. Interativo e bem organizado, o lugar perfeito para conhecer as obras e história desse gênio.
– Anne Frank Museum: mais uma oportunidade incrível de conhecer a história do mundo in loco! Através da – triste- vida da menina Anne Frank é possível sentir na pele o que foi o Nazismo para humanidade. Vale a visita.
– Heineken Experience: já imaginou conhecer todo o processo de fabricação de uma das cervejas mais famosas do mundo? Uhul, é possível! Como eu não sou madura, desde a vez que fui com 18 anos e agora com 25 eu acho um programa super divertido hahaha.
A experiência é toda super interativa para fazer o visitante se divertir mesmo. Por exemplo, tem até simulador – no maior estilo Disney – para nos sentirmos dentro da garrafa de cerveja.
Eu fui nesse barco a direita que estava vazio na hora
– Canal Cruise: como Veneza, Amsterdam é cortada por vários canais. Fazer um passeio por eles é uma ótima forma para conhecer a cidade até “se localizar” nela. Eu fiz o passeio de 1h15 em um barco para no máximo 8 pessoas com um guia e recomendo, nem sentimos a hora passar. (Se não me engano custou 17 euros por pessoa).
O que visitar?
– I am Amsterdam: ir para Amsterdam e não tirar foto nessa placa é como ir a Roma e não ver o Papa, ou ao Rio e não ver o Cristo. É clichê sim, mas tenho certeza que você vai se divertir tirando foto nas letrinhas.
– Red Light District: para quem não sabe, a prostituição é legalizada na Holanda. Assim, a região onde os “inferninhos” (casas especializadas) se concentram na cidade ficou conhecido como Red Light District.
Por causa do frio da cidade, as profissionais (vou chamar assim rs) ficam se expondo em janelas nas casas o que mais parece uma vitrine.
Por causa disso a região atrai 103803 de turistas todos os dias. São famílias, velhinhos, homens, crianças, cafetões, tudo junto e misturado andando por ali na maior paz hahaha. Pode ir sem medo.
– Vondelpark: um dos parques mais famosos da cidade. Como qualquer cantinho verde na Holanda, é lindo demais! Vale a pena passear a pé por ele, andar de bike ou até fazer um picnic.
Com Pedro no Vondelpark
– Coffeshop: não posso fazer a puritana e ignorar esse detalhé, né? Rs. Além da prostituição, o consumo de maconha é legalizado na Holanda. Para quem quiser fumar, comprar, experimentar o space cake (famoso bolo de chocolate feito a base de maconha) ou apenas ver por curiosidade, o coffeshop mais famoso da cidade é o TheBulldog, têm várias filiais e é lotado de turistas.
Onde comer?
– Antonio’s ristorante: no meio da movimentação das ruas centrais uma pequena Itália delícia! Andando de dia passamos por ele e babamos nos pratos hahaha (Não sei vocês, mas tenho a feia mania de butucar o prato alheio). Decidimos de jantar lá e foi a melhor decisão. Despojado, despretensioso, mas a comida deliciosa.
– Café t’ Smalle: outro lugar que descobrimos por acaso. Durante o passeio do canal passamos por ele e achei suuuper fofito e romântico, disse que queria voltar lá, mas não conseguimos anotar o endereço.
Por acaso andando de bike e procurando um lugar para sentar passamos pelo café! Era para ser rs. Ambiente fofo, atendimento bom e comida deli também. Recomendo.
Roubei essa foto do Google, mas é exatamente assim!
– Barraquinha de batata-frita: batata-frita é considerada comida típica de lá, tem coisa melhor? Parar em qualquer lojinha/tenda que vende e degustar essa delícia é obrigatório.
Como se locomover?
– Bicicleta: faça como os locais e se jogue na bike! Amsterdam é sim uma cidade pequena, mas de bicicleta, a pé os trajetos ficam demorados. Existem inúmeras lojas de aluguel com preço ótimo, chegando no hotel pergunte na recepção a loja mais perto.
– Train: para chegada e partida quando estamos com malas, a melhor opção é pegar um train. Tipo um metro deles, mas que circula em cima da terra entre os carros e bikes mesmo. Como me falaram que ninguém usa taxi por lá e que as tarifas são altíssimas, nem arrisquei.
Sabendo de tudo isso é só aproveitar Amsterdam. Sem dúvidas é uma das minhas cidades favoritas, me passa uma sensação de segurança como nenhum outro local, e sempre indico para as pessoas. Espero voltar ainda muitas vezes.