Bolsas

Got milk?

Se tem uma bolsa que vem conquistando cada vez mais os corações fashionistas, é a milk bag. O modelo que segue a linha das clutches, é feito para ser carregado na mão e acrescenta um ar arrumadinho instantâneo em qualquer look.


Mas o que tem haver a palavra milk? O nome é uma brincadeira aos poucos itens que as bolsas, por serem pequenas, permitem que nós mulheres carreguem.

M = money (dinheiro)
I = ID (identidade)
L = Lipstick (batom)
K = Keys (chaves)

Eu ainda incluiria o “C” de cartão, que é só colocar dentro da ID e sair feliz.

E dentro da tendência, dois modelos fazem o coração da blogueira que vos escrevem disparar: pouch smooth lambskin da Céline e a giant envelope da Balenciaga.

O modelo da Céline

E o da Balenciaga

Algumas imagens para inspirar…












E vocês leitoras, já aderiram a milk bag?

Continue a leitura

Oh boy!

As bolsas da Chanel estão de cara nova! No último desfile da marca, onde foi apresentada a Cruise Collection, as Boy Bags chamaram a atenção. Inspiradas no estilo masculino, as bolsas são releituras dos cartuchos de caça usados por Coco Chanel, e seu nome é uma homenagem ao grande amor da vida da mademoiselle, o britânico Boy Capel.


Eu adorei os modelos. Além de originais, achei bem clássicos. E vocês, o que acharam?

Continue a leitura

It’s classy, it’s chic!

Estamos vivendo a era do “it”. It girl, it bolsa, it sapato, it restaurante, it grampeador, it lixa de unha, it planeta… e por aí vai, até a onde sua imaginação permitir! Já deu, né? Mas esse post não é sobre a banalização do termo “it”, e sim uma luta pelos clássicos.

Nesses tempos em que o consumismo tomou conta das meras mortais (me!!!), e é só lerem na Vogue que colocar abacaxi na cabeça is so in, que tem fila no Hortifruti, eu quero compartilhar uma causa particular com vocês: o consumo consciente.

Vamos ser francas, nem todo mundo tem um budget de Eike $$$ Batista. Então vamos ao ponto: você juntou o seu dindin, e quer investir em uma bolsa, não qualquer uma, mas A bolsa, ao invés de comprar a última clucth da celine, azul klein (tom super tendência), por que não comprar uma black chanel 2.55?

“modismo” atual

“modismo” brega de alguma coleção específica


É uma questão de medir o uso. Você até pode usar sua celine azul klein nessa coleção, quissá na próxima, mas será que ela aguenta mais uma geração? e mais outra geração? esse é o grande diferencial das peças clássicas. Uma chanel 2.55, uma speedy da Louis Vuitton, uma Birkin/Kelle da Hermes, podem ser passadas de vóvó para neta. Btw, essa é a herança que euzinha quero deixar para minhas futuras netinhas peruas (assim espero), muitas bolsas!

Já que comprar A bolsa, não é uma questão simples para todas, pense e re-pense antes de passar o cartão. Pesquise! Faça perguntas para quem tem a X bolsa dos sonhos, descubra se vale a pena a compra, e por aí vai…

Assumo que eu adoro essa pesquisa pré-compra. Por isso que para mim não te graça comprar na internet – ou pertubar o irmão pra ligar pra Bergdorf Goodman no meio da viagem dele pra encomendar, não dá certo. É muito mais legal, ler tudo sobre a bolsa na internet antes, e “sentir” ela pessoalmente. Se aquele amor a primeira vista bater, eu levo! E essa é minha teoria, se você amou algo, por mais que o valor não seja muy amigo, mas você vai usar muito, vai fundo perua! Apoio sua compra.


Bolsas clássicas













Agora é com vocês, minhas leitoras lindas, magras e inteligentes , vocês acrescentariam algum outro modelo de bolsa na listinha dos “clássicos”?

Continue a leitura