Como eu contei para vocês nos posts abaixo hehehe, apesar do casamento ser no sábado, eu cheguei em Brasília na sexta. E como era Dia dos Namorados, eu e o Pedro queríamos comemorar a data jantando em algum lugar legal.
Confesso que a princípio eu queria jantar no famoso Taypá (restaurante peruano premiadíssimo de lá), mas eles não iam fazer reserva especialmente na data #odeio. E como nossos vôos chegavam tarde, não rolava comemorar na fila, né? Hahaha. Dei uma pesquisada no blog de gastronomia que adoro Destemperados e acabei reservando no restaurante Olivae.
O Olivae foi uma excelente surpresa. O chef da casa Agenor Maia (que já passou pelo Dom) é um apaixonado por azeite de oliva e esse é o ingrediente principal nas receitas do restaurante.
Acabamos optando pelo menu fixo de dia dos namorados + uma garrafa de vinho (porque não somos de ferro, néan? haha) e adoramos a experiência. Todos os pratos deliciosos, atendimento bom, e ambiente aconchegante. Para quem for para Brasília, vale a pena conhecer.
Quem me acompanhou no Instagram e no Snapchat em Paris (@lariduarteoficial e “lariduarteof”) sabe que antes de começar o curso eu fiquei hospedada no Buddha Bar Hotel.
Como eu sempre recebo emails pedindo sugestões de hotéis para ficar na cidade-luz, não poderia deixar de falar sobre minha experiência incrível nele. Já tinha tido a oportunidade de conhecer “por alto” o hotel durante a Paris Fashion Week, quando almocei no restaurante, mas só se hospedando pra viver o lifestyle do Buddha Bar Hotel.
Antes de mais nada, eu amei a localização – e olha que já fiquei em várias regiões diferentes por lá. O hotel fica no coração do bairro 8éme, em uma pequena rua transversal a rue Faubourg Saint-Honoré, uma das ruas mais chics de Paris. Ou seja, entre os vizinhos do hotel estão Chanel, Saint-Laurent, a primeira Hermès do mundo etc. Nada mal, né? Hahaha.
Mas, a localização é boa não apenas por isso, principalmente porque é bem central em Paris. Nada fica muito longe para ir de lá (nosso $$$ agradece), e você também está perto de várias atrações para ir a pé ou de bicicleta.
O atendimento é exatamente o que se espera de um hotel 5 estrelas: funcionários super atenciosos. Desde o porteiro , recepção, camareira… Todos foram sempre extremamente gentis e dispostos a me ajudar. E olha que testei pra valer, viu? Hahaha. Recebi encomenda, pedi coisas tarde da noite, usei room service… E todas as vezes fui prontamente atendida, com direito a algumas pessoas falando português <3
Sobre o conforto do hotel, repito o que disse em cima, também o que se espera de um 5 estrelas. Tudo do mais moderno e luxuoso, cama maravilhosa, banheiro amplo, amenidades etc. Mas, vou contar mais um detalhe excêntrica e engraçado, até o vaso sanitário tem sistema de aquecimento e outras coisitchas a mais hahahaha, nunca tinha visto!
Além disso, o Hotel têm o spa B/Attitude Studio (que eu fiquei arrasada de não ter tido tempo de experimentar, babei no menu de tratamento rs), o restaurante Le Vraymonde, e o bar Qu4tre.
O restaurante eu já tinha experimentado e adorado. Cozinha contemporânea com menu variado, e tudo que eu comi estava delicioso. E o bar foi eleito como o melhor bar de hotéis da Europa segundo a Condé Nast.
Mas, além do menu de drinks, se você quiser pode pedir para o barman criar um exclusivo para você. Achei super atencioso isso! Eu queria um drink com frutas vermelhas e ele criou um na hora a partir dos meus gostos. Eu batizei o meu drink de Carioca hehehe. Quem for lá, é só pedir – e modéstia a parte ficou delis demais.
Meu prato no restaurante, e meu drink “carioca”
Para quem ficou interessada, as diárias no Hotel Buddha Bar começam a partir de 380 euros, mas eles sempre têm promoções, vale a pena ficar de olho e checar.
Bom, vocês já perceberam como amei a experiência, né? Não por acaso o slogan do hotel é: “not just another hotel, it’s a lifestyle“. Sem dúvidas próxima vez que eu for para Paris vou me hospedar lá novamente.
Nessa última vez que fui para Paris, eu tive que preparar a mala mais temida de todas, a mala para meia estação. Afinal, se já é complicado pensar em tudo quando sabemos a temperatura certinha do local de destino, quando vamos viajar para um local que pode variar de 8 a 23 graus (temperaturas extremas que eu peguei, por exemplo) fica ainda mais difícil.
Esse tipo de variação acontece normalmente nas estações primavera e outono. O que para nós é estranhíssimo, para quem mora na Europa é super comum começar o dia com um cashmere, ficar de regata a tarde e a noite colocar o casaco de novo.
Para ajudar quem têm dúvidas de como preparar a mala meia estação, eu fotografei todas as peças da minha mala para 10 dias em Paris. Como vocês vão reparar, o grande segredo é apostar em produções por camadas. Conforme o dia for esquentando, você vai retirando as camadas. Vejam só:
– Casacos + jaquetas + blazers + colete: eu escolhi 5 peças bem curingas para me aquecer (2 blazers, 1 colete jeans, 1 jaqueta de couro e 1 casaco de pêlos). Como vocês podem reparar todas elas são neutras e podem ser usadas em muitas possibilidades de looks.
– Camisas: para clima leve de meia estação, eu adoro apostar em camisa. Se dobrarmos as mangas ela fica ok para o calor, e também compõe super bem em baixo dos casacos/jaquetas/blazers. Eu levei 2 brancas e 2 pretas. Cores neutras para servirem de base em várias produções.
– Blusas e regatas: em dias mais quentes, ao invés de camisa, você pode apostar em blusas. São ideais para colocar por baixo de cashmeres também.
Por isso, eu sempre levo algumas opções. Essa viagem levei 2 regatas de malha, preta e branca, e 2 blusas de gola V branca. Mais 1 de tecido mais grosso, tipo um casaco, de listras. Uma “estampa” fácil de combinar também.
– Roupas para sair a noite: como em tudo na mala hahaha, eu levo 2 opções neutras. Um vestido mais básico de jersey que se encaixa em qualquer ocasião, e um mais arrumado de renda. É só caprichar nos acessórios.
– Jeans: eu sempre já viajo vestindo um jeans escuro skinny. É uma peça que pode ser usada de dia (tanto em dias mais frios como em dias mais quentes) , e também pode ser usada com salto para sair a noite. Mais eclética impossível!
– Roupas para me exercitar: na dúvida, eu sempre levo uma produção completa para correr – sempre! Vai que você acorda com o encosto da Pugliese? hahaha. Brincadeiras a parte, as vezes se exercitando é uma ótima maneira de conhecer a cidade de destino.
– Pijama: eu sempre levo dois, mas isso é um exagero, confesso rs. Um pijama já esta de bom tamanho.
– Saias: além do jeans, minha outra opção como parte de baixo nos looks é a saia. Eu amo! Esfriou? Só compor com meia calça, e se esquentar é só retirar e colocar as pernocas para jogo. Eu levei 1 preta mais lisa, outra preta mais estruturada, e 1 floral. Todas combinam com as blusas/camisas que eu levei.
– Acessórios: esse outro grande truque da mala meia estação, investir nos acessórios! Eles que vão dar charme e personalidade as produções.
No meu caso levei 1 echarpe de onça, 1 lenço colorido, 1 chapéu, 3 opções de óculos (que é um exagero também, um único par já está ok), 1 clutch para sair de noite, 2 bolsas pequenas de atravessar preta e amarela (esqueci de fotografar hehehe), e 1 bolsa maior que já vou viajando. Ah! Sem contar nos 2 pares de meia-calça.
– Sapatos: é o que mais pesa e ocupa espaço na mala, então por mais difícil que seja temos que levar o mínimo possível.
Essa viagem apostei em 1 par de tênis, 1 par de sapatilhas (para o dia que eu fosse usar meia calça), 1 par de botas caso esfriasse muito, e 1 par de ankle boots com salto para sair a noite. Só esses 4 pares supriram muitíssimo bem a minha viagem.
young woman with a vintage suitcase in the middle of a deserted road
Bom pessoal, essa foi a minha mala para última viagem, eu espero que ela ajude vocês. Claro que não sou de ferro e acabei comprando algumas roupitchas por lá hehehe, mais esse é só mais um motivo para focarmos em uma mala bem otimizada e inteligente, ela ir com espaço para as futuras compras. De resto, bon voyage! : )