12 • janeiro • 2017 Lari Viagem

Onde se hospedar em Paris? Buddha Bar Hotel

Na minha opinião, Paris é aquele destino que não existe “alta temporada”. Não importa a época do ano, sempre têm muitos brasileiros viajando pra cidade-luz – como apaixonada declarada por Parrí, acho justíssimo visitar qualquer mês haha. A cidade é linda e em cada estação do ano ela tem um charme especial…

Para quem está de viagem marcada pra lá, hoje eu vou dar uma dica de hospedagem 5 estrelas, o Buddha Bar Hotel. 

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Eu fiquei hospedada nele (pela segunda vez) na minha última ida à cidade, e novamente a experiência foi incrível. Sem dúvidas, é um hotel que eu recomendo de olhos fechados.

Primeiramente porque a localização é per-fei-ta. Eu já fiquei hospedada, já morei, em diferentes bairros, mas para quem está de turismo por lá não existe outra área melhor. O hotel fica no coração do 8éme, em uma pequena rua transversal a rue Faubourg Saint-Honoré – uma das ruas mais chics de Paris. Ou seja, entre os vizinhos do hotel estão Chanel, Saint-Laurent, a primeira Hermès do mundo etc. Nada mal, né? Hahaha.

Mas, não apenas pela vizinhança chique no urrrtimo a localização é boa, principalmente porque é um ponto bem central da cidade. Nada fica muito longe para ir de lá (nossos $$$Temerzinhos agradecem), e você também está perto de várias atrações para ir a pé ou de bicicleta.

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Segundamente, brincadeirinha, segundo ponto: o atendimento é exatamente o que se espera de um hotel 5 estrelas. Os funcionários são super atenciosos, desde o porteiro , recepção, camareira… Todos foram sempre extremamente gentis e dispostos a me ajudar.

E olha que testei pra valeeer, hein? Hahaha. Eu recebi encomenda, pedi coisas de madrugada, fiquei 1 dia inteiro no estilo walking dead de ressaca (do casamento que fui madrinha) sobrevivendo a base de  roomservice… E todas as vezes fui prontamente atendida, com direito a algumas pessoas falando português <3

Sem contar a parte do conforto, que também se espera de um 5 estrelas. Tudo do mais moderno e luxuoso, cama que te dá vontade de hibernar, banheiro amplo (que não gera discordia no casal), amenidades etc. Vou contar mais um detalhe excêntrico e tecnológico do quarto, o vaso sanitário tem sistema de aquecimento e outras coisitchas a mais hahahaha, nunca tinha visto!

Além disso, o Hotel têm o spa B/Attitude Studio (que eu fiquei arrasada de não ter tido tempo mais uma vez de experimentar, babei no menu de tratamento rs), o restaurante Le Vraymonde, e o bar Qu4tre.

Separamos uma noite para jantar no Le Vraymonde. Eu já tinha almoçado lá e adorado o menu, mas queria a experiência de jantar na área externa no clima sexy/romantic uiiii com luzes baixas.  Para os gourmants que curtem comida asiática, eu recomendo muito – ele é aberto para o público também. Ah! E antes, eu recomendo tomar um drink no bar Q4tre, que foi eleito  o melhor bar de hotéis da Europa segundo a Condé Nast.

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Para quem curte um hotel moderno e ficou interessada, as diárias no Buddha Bar começam a partir de 380 euros, mas eles sempre têm promoções, vale a pena ficar de olho e checar – hoje mesmo dei uma olhada e tinha quarto por 350…

Bom, vocês perceberam como amei a hospedagem, né? Não por acaso o slogan do hotel é: “not just another hotel, it’s a lifestyle“.

03 • novembro • 2016 Lari Viagem

Quais vinícolas visitar em Bordeaux?

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Vamos voltar a falar da minha última viagem? Como eu disse no post sobre Saint-Émilion (pra ler clique aqui), se tem uma bebida que me representa é o vinho. Eu sempre disse que gostava “dos de Bordeaux”, o que eu não sabia é que falar isso é o mesmo que “vou viajar pro Brasil”. Muito amplo, sabe?

Praticamente, os vinhos de Bordeaux são divididos entre os produzidos na margem direita, e os na margem esquerda (enólogos não me matem com meu resumão geográfico, ok? hahaha). E isso interfere bastante no resultado final. 

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Como já comentei, primeiro eu fiquei hospedada em Saint-Émilion (que fica na margem direita), e depois na cidade de Bordeaux que é bem central. Ou seja, se você quer ficar sediado em um hotel com localização estratégica para visitar vinícolas de toda região, Bordeuax é a melhor opção. Maaas, eu achei St.Émilion mil vezes mais charmoso, viu?

Bom, esse momento aula de Geografia  é porque hoje eu vou falar sobre as vinícolas que visitei durante a viagem.

Afinal, o que é visitar uma vinícola? Normalmente a visita dura em média 1 hora. Durante esse tempo um enólogo do château apresenta tooodo o processo de produção (desde a escolha da uva até o vinho virar garrafa), e no final traz seus principais vinhos para degustação. Eles servem 1 taça de cada, mas achei em geral todos muito “generosos”, quando meu namorado pedia um bis enchiam a taça sem nem titubear hahaha.

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Esporte da viagem: levantamento de taça

Não sei como é em outras regiões, mas em Bordeaux é necessário agendar as visitas com antecedência, e a maioria não cobra nada por isso. Outra coisa legal, é que normalmente os tours são privados ou de grupos bem pequenos, o que te dá a sensação de estar visitando a casa de um amigo que produz vinho. Não que eu tenha amigo dono de vinícola hahaha (quem sabe um dia?), mas foi o que me passou.

Bom, mas vamos as vinícolas? Acho que a melhor forma de explicar, para quem planeja fazer essa viagem, é organizar pelas margens. Atenção wine lovers de plantão, são elas:

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  • Château Montrose: localizado na cidade de Saint-Estèphe, o primeiro que visitei. Ou seja, de cara eu conheci uma vinícola que investe bastante em tecnologia, e é uma das mais elegantes – se é que podemos classificar assim rs. Linda demais (todas as vinícolas são lindas, então vou classificar em apenas linda ou muito linda rs) e ótimos vinhos. Inclusive um deles tem nota 100 de Robert Parker.
  • Château Pontet-Canet: localizado na cidade de Pauillac, ele também utiliza bastante de tecnologia em sua produção. Diferencial: fermentação dividida entre barrica e concreto, com elementos que simulam o solo da região. Chic!

Obs: a enóloga-guia falava português.

  • Château Giscours: localizado em Margaux, é uma vinícola menos moderna, mas não menos interessante. Eu achei a visita super divertida, a guia era palhacitcha rs, e os vinhos deliciosos.
  • Château Latour-Martilac: localizado em Martilac, muito pertinho da cidade de Bordeaux, é um château mais simples, mas uma visita muito agradável também. A guia foi muito simpática e gentil. Lá é possível comprar vinhos excelentes com preços ótimos. Ah! E um salve para os vinhos brancos, os melhores.

Obs: têm 3 tipos de visitas. A que escolhemos foi 7por pessoa.

  • Château Smith Haut-Lafitte: esse château é imperdível! Localizado também em Martilac, é nele que fica o Les Sources de Caudalié, hotel & spa da famosa marca de beleza. O hotel tem um restaurante delicioso, onde eu tive um dos almoços mais agradáveis da viagem com vista para os vinhedos. Depois, eu visitei a vinícola e foi ótimo também. Ou seja, recomendo super esse passeio-dobradinha.

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  • Château Pavie: localizado em St. Émilion, foi um dos châteaux mais bonitos e imponentes que visitei. Seus vinhos de alta qualidade refletem na decoração, arquitetura, paisagismo… Dá pra ver que tudo foi planejado nos mínimos detalhes, sabe? Uma visita imperdível e inesquecível.

Obs: tem custo (acho que 20 euros, se não me engano, por pessoa), e a enóloga-guia era brasileira.

  • Château Troplong Mondot: localizado também em St. Émilion, é uma vinícola que têm hotel e restaurante (com 1 estrela Michelin). Uma pena que não consegui almoçar lá, pois a vista é deslumbrante e as mesas ficam numa varanda super charmosa ao ar livre. Vale se programar para ir ao restô e fazer a visita no mesmo dia.

Obs: tem custo (acho que 10 euros, se não me engano, por pessoa).

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  • Château Suduiraut: infelizmente por falta de tempo só consegui visitar esse château de vinho de sobremesa. Mas, valeu super a ida! O lugar é lindo, e os vinhos deliciosos.

 

Como vocês perceberam, eu gostei muito das visitas que fiz. Eu realmente indico todas as vinícolas, podem agendar sem preocupação. Cada uma com sua história e peculiaridade me cativou. Para quem está planejando a viagem, eu recomendo visitar até 3 por dia no máááximo. É a quantidade ideal para aproveitar com calma cada château. E claro, tomar muito vinho. Santé!

07 • outubro • 2016 Lari Viagem

O que fazer quando perder o passaporte?

Hoje eu vou falar sobre um assunto looonge de ser legal como patches, mas extremamente importante. Afinal, o papel do blog é compartilhar dicas e infos, mesmo que nem sempre sejam de notícias boas. O que fazer quando você perde seu passaporte no exterior? Ou o que fazer quando seu passaporte é furtado? Esse foi meu caso, senta que lá vem textão.

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Quem me acompanha nas redes sociais viu que eu comentei brevemente o furto no InstaStories. Sou o tipo de pessoa que  o-dei-a  compartilhar desgraça, então falei rápidinho só pra alertar mesmo. Não ia ficar dando mais corda para um acontecimento chato, né? Mas, aqui vou resumir melhor o que aconteceu.

Eu e meu namorado viajamos de Paris para Marseille, e alugamos um carro no aeroporto da cidade. De lá, com as malas no carro, a gente decidiu parar para almoçar e passear um pouco na em uma cidade próxima.

Quando retornamos, apenas 2 horas depois, nosso carro tinha sido arrombado e as malas furtadas. A gente ficou só com a roupa do corpo e a minha bolsa. Para muitos isso seria o fim da viagem, mas, graças a Deus meu namorado vê a vida “com o copo metade cheio” que nem eu: estávamos bem, com saúde, não sofremos nenhum “trauma de assalto”, estávamos com nossas carteiras, com nosso amor (<3), por que ficarmos chateados? Não nos deixamos abalar e foi a melhor decisão que tomamos.

Bom, o objetivo desse post vai além de alertar vocês sobre furtos no Europa. Porque, infelizmente, eu descobri que isso é muuuito mais comum do que a gente pensa – nunca deixe seus pertences sozinhos #DicasDeSegurançaDaLari rs.

Mas, informar sobre o que fazer quando se perde o passaporte. Porque os nossos estavam nas malas e a gente não tinha ideeeia do que fazer, e não achamos muitas informações em blogs de viagem. Então, vamos lá!

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Como no Brasil, a primeira atitude é ir em uma delegacia e fazer um boletim de ocorrência. Por mais que demore algumas horinhas (no nosso caso o processo todo levou 2 horas), o documento é seu comprovante do que aconteceu, muito importante.

Boletim em mãos, você tem que entrar em contato com o consulado do Brasil no país que você estiver. No meu caso, a França, o consulado fica em Paris e já estava fechado no horário que eu tentei ligar.

Assim, eu entrei no site do consulado brasileiro na França, e lá avisava que qualquer situação/assunto que não fosse emergência (tipo morte, assassinato etc #CruzCredo rs), só era possível a comunicação por email.

Até aí ok, enviamos o email explicando nossa situação e perguntamos: quanto tempo demoraria para o novo passaporte ou autorização de vôo ficasse pronto? E como iríamos de Marseille até Paris?

1 dia depois recebemos a resposta. Era necessário preencher um formulário, foto 3X4, pagar uma taxa de urgência nos correios de 120 euros, cópia da identidade, cópia do passaporte (caso tivesse), e comprovante da passagem de volta. E você deveria apresentar tudo isso pessoalmente no consulado em Paris, ou, no caso de estar em outra cidade, enviar esses documentos pelos correios. A partir daí o caso seria analisado individualmente pelo cônsul, e ele determinaria ou não a emissão de um novo passaporte.

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Como a gente ficou com medo dos correios extraviarem, ou acontecer qualquer coisa (traumas dos correios brasileiros…rs), e não podíamos esperar mais dias, optamos em irmos pessoalmente ao consulado em Paris.

Mas, como a gente conseguiu isso se estávamos no sul da França? Simples! Compramos passagens de trem, pois esse tipo de transporte não pede documento algum.

No consulado foi tudo muito organizado. A gente esperou as pessoas com outros serviços agendados serem atendidas, e no final fomos atendidos. O cônsul analisou e entendeu o nosso caso, e em poucos dias o novo passaporte foi emitido.

Ao contrário do que eu imaginei, solucionar a questão do passaporte não foi tão complicado. De qualquer forma deu um super trabalhitcho, pois nisso tudo perdemos horas de viagem. Assim, fica a maior lição de todo esse incidente: passaporte é no cofre do hotel ou com você, nunca deixe em mala ou “largado”. Eu espero que essa situação sirva de alerta para os viajantes de plantão. 

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Site da embaixada do Brasil na França: www.paris.itamaraty.gov.br/fr

Página direto do consulado: http://www.itamaraty.gov.br/pt-BR/servico-consular