07 • outubro • 2016 Lari Viagem

O que fazer quando perder o passaporte?

Hoje eu vou falar sobre um assunto looonge de ser legal como patches, mas extremamente importante. Afinal, o papel do blog é compartilhar dicas e infos, mesmo que nem sempre sejam de notícias boas. O que fazer quando você perde seu passaporte no exterior? Ou o que fazer quando seu passaporte é furtado? Esse foi meu caso, senta que lá vem textão.

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Quem me acompanha nas redes sociais viu que eu comentei brevemente o furto no InstaStories. Sou o tipo de pessoa que  o-dei-a  compartilhar desgraça, então falei rápidinho só pra alertar mesmo. Não ia ficar dando mais corda para um acontecimento chato, né? Mas, aqui vou resumir melhor o que aconteceu.

Eu e meu namorado viajamos de Paris para Marseille, e alugamos um carro no aeroporto da cidade. De lá, com as malas no carro, a gente decidiu parar para almoçar e passear um pouco na em uma cidade próxima.

Quando retornamos, apenas 2 horas depois, nosso carro tinha sido arrombado e as malas furtadas. A gente ficou só com a roupa do corpo e a minha bolsa. Para muitos isso seria o fim da viagem, mas, graças a Deus meu namorado vê a vida “com o copo metade cheio” que nem eu: estávamos bem, com saúde, não sofremos nenhum “trauma de assalto”, estávamos com nossas carteiras, com nosso amor (<3), por que ficarmos chateados? Não nos deixamos abalar e foi a melhor decisão que tomamos.

Bom, o objetivo desse post vai além de alertar vocês sobre furtos no Europa. Porque, infelizmente, eu descobri que isso é muuuito mais comum do que a gente pensa – nunca deixe seus pertences sozinhos #DicasDeSegurançaDaLari rs.

Mas, informar sobre o que fazer quando se perde o passaporte. Porque os nossos estavam nas malas e a gente não tinha ideeeia do que fazer, e não achamos muitas informações em blogs de viagem. Então, vamos lá!

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Como no Brasil, a primeira atitude é ir em uma delegacia e fazer um boletim de ocorrência. Por mais que demore algumas horinhas (no nosso caso o processo todo levou 2 horas), o documento é seu comprovante do que aconteceu, muito importante.

Boletim em mãos, você tem que entrar em contato com o consulado do Brasil no país que você estiver. No meu caso, a França, o consulado fica em Paris e já estava fechado no horário que eu tentei ligar.

Assim, eu entrei no site do consulado brasileiro na França, e lá avisava que qualquer situação/assunto que não fosse emergência (tipo morte, assassinato etc #CruzCredo rs), só era possível a comunicação por email.

Até aí ok, enviamos o email explicando nossa situação e perguntamos: quanto tempo demoraria para o novo passaporte ou autorização de vôo ficasse pronto? E como iríamos de Marseille até Paris?

1 dia depois recebemos a resposta. Era necessário preencher um formulário, foto 3X4, pagar uma taxa de urgência nos correios de 120 euros, cópia da identidade, cópia do passaporte (caso tivesse), e comprovante da passagem de volta. E você deveria apresentar tudo isso pessoalmente no consulado em Paris, ou, no caso de estar em outra cidade, enviar esses documentos pelos correios. A partir daí o caso seria analisado individualmente pelo cônsul, e ele determinaria ou não a emissão de um novo passaporte.

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Como a gente ficou com medo dos correios extraviarem, ou acontecer qualquer coisa (traumas dos correios brasileiros…rs), e não podíamos esperar mais dias, optamos em irmos pessoalmente ao consulado em Paris.

Mas, como a gente conseguiu isso se estávamos no sul da França? Simples! Compramos passagens de trem, pois esse tipo de transporte não pede documento algum.

No consulado foi tudo muito organizado. A gente esperou as pessoas com outros serviços agendados serem atendidas, e no final fomos atendidos. O cônsul analisou e entendeu o nosso caso, e em poucos dias o novo passaporte foi emitido.

Ao contrário do que eu imaginei, solucionar a questão do passaporte não foi tão complicado. De qualquer forma deu um super trabalhitcho, pois nisso tudo perdemos horas de viagem. Assim, fica a maior lição de todo esse incidente: passaporte é no cofre do hotel ou com você, nunca deixe em mala ou “largado”. Eu espero que essa situação sirva de alerta para os viajantes de plantão. 

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Site da embaixada do Brasil na França: www.paris.itamaraty.gov.br/fr

Página direto do consulado: http://www.itamaraty.gov.br/pt-BR/servico-consular

04 • outubro • 2016 Lari Viagem

Tudo sobre Saint-Émilion

Foi dada a largada aos posts gigantes de viagem! Se preparem, porque 1 mês rodando na França = muitas coisas pra compartilhar por aqui rs.

Bom, a ideia dessa mini-temporada francesa surgiu porque eu era madrinha de casamento de uma grande amiga em Paris. Já que eu ia ter que fazer esse “esforço” (#SQN haha) de ir pra Parrí, por que não aproveitar a ocasião pra conhecer lugares novos? (culpa daquele danado do bichinho do wanderlust que me picou…)

Assim, como eu e meu namorado somos fãs de vinho, a gente decidiu ir para Bordeaux. Eu sempre tive uma queda pelos vinhos da região, mas não tinha ideia que era tão grande e complexa. Sem dúvidas, eu recomendo no mínimo 1 semana para quem quer fazer essa viagem também.

Na primeira parte da viagem decidimos nos hospedar em Saint-Émilion. Eu me encantei tanto pela cidade que decidi começar a falar de lá primeiro.

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Localizada há 40 kms em média do centro de Bordeaux (1hora de carro em uma ótima estrada), Saint-Émilion é uma charmosa cidadezinha que fica na margem direita da região. Além de ser parada obrigatória pra quem quer fazer uma wine-trip (são mais de 900 vinícolas por lá, incluindo 15 premiers grands crus), ela tem uma enorme riqueza cultural e muita história, não a toa é patrimônio mundial da Unesco.

Assim, eu sugiro separar um dia inteiro do roteiro para visitar com calma a cidade, andar e se perder entre suas ruelas de pedras no estilo medieval, e visitar monumentos e vestígios desde a época romana – sim, há relatos que os romanos já plantavam uvas no local.

Eu listei o que, na minha opinião, quem for à cidade não pode deixar de conferir/fazer. Vejam só:

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  • Visitar a igreja monolítica: ela é totalmente esculpida em uma só rocha. A visita só é possível ser feita com um guia. Minha dica é entrar em contato com o departamento de turismo da cidade e se informar dos horários das visitas guiadas. (www.saint-emilion-tourisme.com)
  • Subir a “Tour du Château du Roi”: apesar dos vários degraus e das escadinhas apertadas, a vista é espetacular. Vale todo o esforço e rende muitas fotos lindas.
  • Visitar a Maison du Vin: além de ser um bom local para comprar vinho, existem opções de aulas e degustações. Vale se informar no local.
  • Passeio de tuk tuk: a gente acabou não fazendo por falta de planejamento, mas eu queria muuuito hahaha. Sabe aqueles carrinhos indianos? Os próprios na versão française! Uma forma super original de fazer city tour. O passeio dura 50 minutos.
  • Visitar as galerias subterrâneas: são mais de 200kms de galerias que abrigam diversas adegas e muita história. Mais uma visita que é obrigatória a presença de um guia. Só se informar no departamento de turismo que existem vários horários de visitas em inglês e francês.
  • Ver o Palais Cardinal: as ruínas da fachada mostram a beleza do palácio construído no séc XII #VéioPraXuxu. É possível reparar elementos romanos na construção, e sua parede faz parte da muralha que cerca a cidade.
  • Provar o verdadeiro Macaron: diferente dos macarons da Ladurée que estamos acostumados, esses parecem mais biscoitos e são típicos da cidade. Uma delícia! Ótimo souvenir pra levar de presente.
  • Sentar na praça principal e tomar uma taça de vinho: como escapar desse delicioso clichê? hehehe.

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Sobre onde se hospedar, eu fiquei no Château Grand Barrail, que está há 2kms do centro de Saint-Émilion. Além da localização maravilhosa e o serviço impecável, eu amei a experiência de me hospedar em um château. Parecia cena de filme, sabe? Achei super romântico <3

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E pra fechar o post com chave de ouro, não poderia deixar de falar sobre gastronomia. Afinal, o que não falta em St. Émilion são excelentes restaurantes.

Inclusive foi na cidade que eu tive um dos melhores jantares da temporada, no restaurante (de 1 estrela Michelin) do Hotel Hostellerie de Plaisance – um dos mais tradicionais e sofisticados da cidade. A gente optou pelo menu degustação e foi espetacular. Releituras criativas, mas acima de tudo deliciosas. Vale a ida! Outra opção é o restaurante La Terre. Charmoso, bem típico, sugiro um almoço ou jantar romântico nas mesas da varanda.

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Meu companheiro de viagem <3

Bom pessoal, esse é o meu guia de viagem de Saint Émilion. No próximo post vou falar sobre as vinícolas que visitei enquanto fiquei hospedada na cidade. Aos wine lovers de plantão, eu espero que as dicas sejam bastante úteis. Afinal, essa é uma viagem que todo amante de vinho deve fazer 1x na vida.

28 • junho • 2016 Lari Arte­Viagem

Tudo sobre Inhotim

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Quem me segue no Instagram e no Snapchat (acompanhe minhas peripécias por lá também: @lariduarteoficial e lariduarteof) já sabe pra onde eu fui no último fim de semana: Inhotim. Eu estou tão, mas tããão encantada-apaixonada-loka por lá que não poderia escrever sobre outra coisa no blog. Afinal, eu acho que todo mundo pelo menos 1x na vida deve visitar esse lugar incrível que transpira arte, design, paisagismo e arquitetura. Pura poesia!

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Obra Magic Square de Hélio Oiticica

Bom, pra quem não sabe, Inhotim é um dos maiores museus de arte contemporânea e parque a céu aberto do mundo, e está localizado na cidade de Brumadinho, em Minas Gerais (1h de carro de Belo Horizonte).

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Um dos 5 lagos artificiais que têm em Inhotim

Ao contrário do que muitos pensam, Inhotim é um museu privado. A cabeça por trás disso tudo é um empresário do ramo de mineração que, apaixonado por arte claro, resolveu compartilhar seu acervo com o público e transformou sua fazenda em museu.

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Galeria Adriana Varejão, uma das mais bonitas na minha opinião

O que eu achei mais legal lendo sobre a história da criação (sou dessas, comprei o livro na loja e já li no avião) é o porquê de criar um museu no “meio do mato”. Oposto de uma exposição na cidade, onde qualquer um pode conferir rapidamente entre dois compromissos, Inhotim faz o visitante se deslocar de verdade até lá e se dedicar inteiramente a exposição e ao local.

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Obra Beam Drop de Chris Burden

O resultado disso é: um acervo com cerca de 500 obras de artistas como Cildo Meireles, Chris Burden, Dan Graham, e um time de peso, sem contar nas galerias exclusivas como de Tunga, Adriana Varejão e mais 16. Sem contar na parte de paisagismo, seu jardim botânico é super variado e inclusive conta com plantas raras.

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Eu no Magic Square

Mas, quando eu estava me programando pra ir a Inhotim, eu senti falta de informações sobre esse programa. Não no site do museu que é bem completo, mas em blogs e sites pessoais, sabe? Assim, eu resolvi compartilhar com vocês informações básicas para quem quer visitar Inhotim. Confiram:

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Em Brumadinho têm várias placas que levam a Inhotim. Estacionamento do museu e infos gerais

Como chegar?

Como eu disse acima, Inhotim fica em Brumadinho. Primeiro pegue um vôo até Belo Horizonte. De BH, a melhor opção é alugar um carro. Mesmo quem for se hospedar na cidade (e não vai fazer bate-volta no mesmo dia), vai precisar de carro pra ir até o hotel a noite (o parque fecha 17h30), pois na região não têm taxis. Outra opção, mais cara, é fechar um transfer para esses deslocamentos.

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Galeria Marilá Dardot

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Momentos em Inhotim

Quanto tempo, quantos dias, é necessário para visitar?

Vou ser sincera com vocês, eu achava que um único dia era mais que suficiente pra ver tudo e com calma. Me enganei feio! Eu passei as tardes de sábado e domingo lá, ou seja 1 dia inteiro (é que está tipo missão impossível acordar cedo nessa friaca, né? hahaha #confissões), e só consegui ver a rota laranja do museu (vou explicar como funciona depois). Ou seja, para você conferir cada cantinho do museu, aproveitando as instalações e exposições, eu sugiro no mínimo 2 dias inteiros.

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Pousada Nova Estância

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Onde se hospedar?

Existem muitas opções de hotéis e pousadas de todas as categorias em Brumadinho. Inclusive no site de Inhotim tem uma lista com indicações – para ver clique aqui. Muitas pessoas me indicaram a Estalagem do Mirante, mas estava lotada no fim de semana. Eu fiquei na Pousada Nova Estância Inn e recomendo. Não era super luxo, mas achei mais do que justo. Cama boa, aquecedor no quarto, restaurante com comida deliciosa, café da manhã ótimo também, e a diária foi R$350,00.

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Mapa de Inhotim, eu só fiz a rota laranja

Como fazer a visita da forma mais otimizada?

Como vocês podem notar com o mapa acima (pra ver ampliado só clicar aqui), Inhotim é beeem grande. Quando você compra o bilhete tem a opção que inclui o transporte de carro elétrico também. Não deixe de comprar essa porque otimiza muito a visita.

Nas rotas laranja e roxa, os caminhos com pontos pontilhados são por onde os carrinhos circulam, e têm vários pontos de embarque e desembarque. Assim, você salta já nas áreas estratégicas pra visitação. Ah! Vale destacar que você não dirige, são os funcionários do museu, e o sistema funciona muito bem. Não demorava nem 5 minutos nos pontos para aparecer um carrinho.

Outra sugestão do próprio museu é visitar por partes. Faça uma rota de cada vez, a amarela é a única que se faz totalmente a pé.

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Duas primeiras fotos restaurante Timboril, e as outras restaurante Oiticica

Onde comer?

Existem duas opções de restaurantes e um café no museu. O restaurante Tamboril é o mais sofisticado, de culinária internacional e é integrado aos jardins. Uma ótima opção para um almoço mais longo com vinho. E o restaurante Oiticica é uma versão mais simples, com um buffet que você se serve uma única vez com preço fixo. Eu almocei nos dois e a comida de ambas estava maravilhosa. Acho que é uma questão de tempo que você tem para almoço. Além disso, para um lanchinho rápido, tem a opção do Café do Teatro também.

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Informações gerais:

  • Horário de funcionamento: terça a sexta: 9:30 às 16:30/ sábado, domingo e feriados: 9:30 às 17:30
  • Valores: terça e quinta: R$25,00/ quarta gratuita/ sexta, sábado, domingo e feriado: R$40,00/ transporte interno (o carrinho): R$25,00 por pessoa
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Pulando em frente a galeria Cosmococa, a mais divertida

Bom pessoal, como eu disse no começo do post, eu acredito que todo mundo deve conhecer Inhotim. É um programa que, eu aposto, mesmo quem não é fã de arte vai adorar, vai por mim! E perfeito para todas as idades.

www.inhotim.org.br