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Compras em Buenos Aires

Além de dicas de restaurantes e do que fazer em Buenos Aires (post aqui), me fizeram uma pergunta com freqüência esses dias:  e ai Lari, muitas compras?. Sai de casa convicta que não compraria nada além do “necessário” durante a viagem.  Umas coisitchas no Duty Free e olhe lá. Mas como diz o hino, “Uma vez consumista, consumista até morrer”, e eu resolvi compartilhar com vcs peruas a minha análise comprística do local.
Moeda desvalorizada + couro + botas = tentanção!


Não é lenda urbana. Nunca vi uma cidade com tantas vitrines com peças de couros e botas. Vale a pena congelar o cartão, e só usar na terra dos hermanos. A maioria das peças que eu vi eram beeem mais baratas do que no Brasil. Mas a onde comprar?

Além dos tradicionais pólos de compras, como as ruas da Recoleta, Galerias Pacifico, Calle Florida (cof cof Uruguaiana), Pátio Bullrich, etc, o bairro Palermo Soho chamou minha atenção.

Segundo a concierge do Alvear, é a Oscar Freire portenha. O quadriláterio da Plaza Cortazar é cercado por uma mistura de marcas argentinas e feirinhas. Minha sugestão é chegar cedo e aproveitar o dia para explorar a região. Entrar com calma em cada loja que chamar a atenção e ir descobrindo mesmo as labels desconhecidas.
Infelizmente, eu não dei sorte e não achei nada que eu queria no meu tamanho, mas eu vi muita coisa linda. Vale a pena programar uma tarde do itinerário para desvendar o bairro mais cool do momento 

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Look B.A II

Look que eu usei para andar nas calles deBuenos Aires em um dia cinzento e frio



Casaco e jeans – Le Lis Blanc
Botas – lojinha desconhecida perto do Opera de Paris
Pashimina – Roubada do closet da minha mamis
Bolsa – Chanel

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Dica Leitura

Não precisa entrar muito no blog para perceber como a blogueira aqui ama viajar, né? Para quem também se interessa no tema, e acredita que uma diquinha de viagem nunca é demais, eu recomendo a leitura dos livros Fazendo as malas e De malas prontas, ambos escritos por Danuza Leão.




No primeiro, o leitor acompanha a viagem da autora por Sevilla, Lisboa, Paris e Roma, e no segundo o roteiro é São Paulo, Buenos Aires, Berlim e Londres. Jornalista, inteligente e chiquérrima, para quem não sabe, Danuza já representava a geração jet setter muito antes do termo entrar na moda. Morou anos na Europa com o ex-marido, o jornalista Samuel Weiner (podem ler a biografia dele, recomendo também), com quem freqüentava as grandes rodas internacionais. 




Comecei a ler ontem, e estou adorando acompanhar o olhar crítico da jornalista sob os prós e contras de cada cidade em sua estadia. Moda, gastronomia, arte, musica, tudo é citado.


Obs: créditos do post a querida Marcia Santos quem me emprestou os dois livros.


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